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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Sistema Muscular

APARELHO LOCOMOTOR – MÚSCULOS:

Os músculos representam a parte ativa do aparelho locomotor. São eles que permitem que o esqueleto se mova e que, simultaneamente, mantenha a sua estabilidade tanto em movimento como em repouso. Contribuem, ainda, para a forma externa do corpo humano.
Classificação dos músculos – Os músculos do organismo se dividem em voluntários ou involuntários. Os primeiros são os que se contraem quando o indivíduo quer, e correspondem aos músculos do esqueleto. Possuem a característica de uma contração potente, rápida e brusca, sempre que é preciso. Os segundos são comandados pelo sistema nervoso vegetativo e o indivíduo não tem nenhum controle voluntário sobre eles. Podem formar as paredes das vísceras, do aparelho respiratório e do aparelho circulatório. Estes músculos têm uma contração e um relaxamento lentos. Ambos os tipos de músculos têm por sua vez, características próprias. Os músculos voluntários, exceto o esfíncter anal, são compostos por células ou fibras musculares dotadas de estrias transversais, por isso são denominados músculos estriados. Os músculos involuntários, exceto o coração, que também é constituído por músculo estriado apesar de não ter controle voluntário, são formados por células musculares sem estrias, por isso se denominam músculos lisos.
Descrição e forma dos músculos – Cada músculo estriado compõe-se de duas partes: uma parte vermelha, mole e contrátil, que constitui a parte muscular, e uma parte esbranquiçada, rija e não contrátil, que constitui o tendão. Os tendões diferem quanto a forma e disposição, dependendo da sua união às fibras musculares (uqe se orientam segundo a função do músculo). Os tendões são de cor branca nacarada (rosada) e estão formados por fibras não-elásticas que formam grupos, por sua vez cobertos por tecido conjuntivo laxo (relaxado), que separa entre si estes grupos ou feixes. Quanto à forma, os músculos classificam-se em: longos, largos e curtos. Os músculos longos são aqueles cuja dimensão segundoa direção das sua fibras ultrapassa os outros diâmetros. Estes, por sua vez, podem ser fusiformes ou planos, segundo o diâmetro transversal seja maior na zona média que nas extremidades (assim o bíceps do braço é um músculo longo e fusiforme, enquanto o reto do abdome é reto e plano). Os músculos largos são aqueles em que todos os diâmetros têm aproximadamente os mesmo comprimento (o grande dorsal). Os músculos curtos são aqueles que, independentemente da sua forma, têm um tamanho muito curto (os músculos da cabeça e da face).
Função dos músculos – Os músculos devido à sua capacidade de contração, tornam possíveis os movimentos do esqueleto. Assim, as extremidades podem realizar movimentos de flexão ou extensão, de rotação (pronação e supinação), de aproximação (adução) ou o contrário (abdução). Conforme verificamos, a maioria dos músculos é dotada de tendões, mediante os quais podem se inserir sobre os ossos. Segundo o tipo de inserção, quer dizer, se a realizam mediante mais do que uma extremidade ou cabeça, dividem-se em bíceps (duas cabeças), tríceps (três cabeças) e quadríceps (quatro cabeças).
Conforme são formados por mais de um corpo muscular, dividem-se em digástricos e poligástricos (dois ou mais corpos, respectivamente). Se a sua inserção terminal se realizar por mais de uma extremidade ou cauda, os músculos serão bicaudais, tricaudais ou policaudais, segundo o façam por duas, três ou mais extremidades.



Localização dos músculos – Segundo a sua localização, os músculos dividem-se em superficiais e profundos. Os músculos superficiais estão situados imediatamente por baixo da pele, e ainda que no ser humano sejam rudimentares e escassos, estão inseridos por uma das suas extremidades, na camada profunda da pele. Alguns destes músculos situam-se na cabeça, face, pescoço e mão. A maioria dos músculos profundos insere as suas extremidades sobre os ossos do esqueleto. Alguns os inserem nos órgãos dos sentidos (músculos que movimentam os olhos) e outros estão situados mais profundamente, relacionando-se com a laringe, a língua etc.

A contração muscular: O mecanismo da contração muscular se baseia no seguinte fato: a ordem motora para a contração é proveniente do sistema nervoso central e chega à fibra muscular através dos terminais axônicos dos neurônios de algum nervo. Esses terminais penetram na fibra muscular, constituindo a placa motora e junção neuromuscular. O impulso nervoso nervoso que chega à placa motora condiciona a fibra muscular para a liberação de íons Ca++ e Mg++, os quais precipitam todo um mecanismo bioquímico de ativação enzimática ao fim do qual as moléculas de actina, que têm uma das extremidades livre, deslizam por entre as moléculas de miosina, como que se aproximando e procurando tocar as suas extremidades. Isso determina a aproximação entre as duas linhas Z mais próximas e, consequentemente, o encurtamento do sarcômero. Se todos os sarcômeros se encurtarem a um só tempo, a miofibrila obrigatoriamente também se encurtará. E, por consequência final, com o encurtamento de todas as miofibrilas, a fibra muscular (célula inteira) também sofrerá retração do seu comprimento. Quando todas as fibras de um músculo se encurtam, o que se pode esperar mesmo é a contração do próprio músculo.

Músculos da Cabeça e do Pescoço - Músculos Mastigadores – São, como o seu nome indica, os que permitem a mastigação dos alimentos. Têm a função de aproximar o maxilar e a mandíbula, ou seja, fechar a boca. São músculos muito potentes, curtos e largos, que estão situados na face lateral do crânio, de ambos os lados. Os mais importantes são o músculo temporal e o músculo masséter, que se podem palpar facilmente sobre a face e o crânio quando fechamos a boca com força.
Músculos Cutâneos do Crânio – Estes músculos são os que apresentam uma ligação mais íntima com a pele e nos permitem exprimir o estado de ânimo. São muito planos e finos, e a maioria situa-se em volta da face: fendas palpebrais, orifícios nasais e boca. A sua contração ou relaxamento permite fechar ou abrir as pápebras, as asas do nariz e os lábios. Em conjunto, chamam-se músculos mímicos. Os mais importantes são: músculo frontal, que permite enrugar a testa; músculo orbicular da boca, ou esfincter das pápebras, que permite abrir e, sobretudo, fechar os olhos com força; músculos do nariz, quatro pequenos músculos que permitem “franzir” o nariz ou mover as asas do nariz; músculo orbicular dos lábios, que permite o movimento destes e, portanto, falar, comer etc, músculo bucinador, que corresponde às bochechas, as quais podem-se encher-se para soprar ou para aumentar o conteúdo da boca.






Músculos do Pescoço – Muito numerosos, o seu principal papel é o de movimentar a cabeça, a coluna cervical e o osso hióide (um ossículo que existe livre, não relacionado com nenhum outro osso, na face anterior do pescoço, por baixo da mandíbula), para além de manter a cabeça erguida. Estão situados de ambos os lados do pescoço, simetricamente e em vários planos, e chamam-se músculos laterais do pescoço. Os que se situam adiante são os músculos hióideos, e os que se situam atrás são os músculos da nuca ou vertebrais.
Músculos Laterais do Pescoço – Salientam-se o músculo esternocleidomastódeo, que permite a flexão anterior ou lateral da cabeça, assim como a rotação da mesma, e os músculos escalenos, que são uma massa irregular de pequenos músculos que permitem inclinar o pescoço e elevar ligeiramente a caixa torácica durante a inspiração.
Região do Osso Hióide – Situados na face anterior do pescoço, estão divididos em: músculos supra-hióideos e infra-hióideos. Têm como função baixar o osso hióide ou a faringe (os infra-hióideos) e subir o hióide e baixar o maxilar inferior (os supra-hióideos). Ambos os grupos são importantes para a deglutição.
Região pré-vertebral – Como o seu nome indica, estão situados na face anterior da coluna vertebral, por trás do esôfago e da hipofaringe. A sua principal função consiste em flexionar a cabeça sobre o tronco, assim como rodar ligeiramente o pescoço.
Fáscias do Pescoço – Uma fáscia é um conjunto de membranas fibrosas que envolvem todos os músculos, e a sua função consiste em opor-se ao seu deslizamento lateral quando estes se contraem. No pescoço, as fáscias são pouco desenvolvidas, exceto as dos músculos das goteiras vertebrais, onde adquirem maior espessura e são mais resistentes.
As fáscias do pescoço divide-se em três feixes diferentes: fáscia cervical superficial, fáscia cervical média e fáscia cervical profunda ou pré-vertebral. O pescoço está, portanto, dividido em três compartimentos, de frente para trás, em planos diferentes.
Músculos Superficiais das Regiões Cervicais, Torácica e Lombar – Esta região possui seis importante músculos dispostos em três planos, entre a pele e as costelas. O trapézio e grande dorsal são de grande amplitude. O músculo trapézio é o mais superficial; é largo e triangular, e ocupa o espaço compreendido entre o crânio e as últimas vértebras torácicas. O músculo grande dorsal está situado mais profundamente que o anterior, na porção mais posterior e inferior do dorso. É largo e fino e tem uma forma triangular, ocupa o espaço entre a coluna vertebral e a axila, que cofere a forma característica do ombro. A sua ação é de aproximar o braço do corpo. Debaixo desses dois músculos, há outros menos importantes, como o rombóide e o levantador da escápula. Mais profundamente, estão situados os serráteis, divididos em anterior, posterior superior e posterior inferior.
Músculos da Nuca – Estes músculos estão situados por baixo da inserção cervical dos citados anteriormente, entre o músculo levantador da escápula e os processos espinhosos das vértebras cervicais. São na totalidade oito, aproximadamente todos com a mesma função: evitar que a cabeça caia para frente e permitir a extensão do pescoço e a rotação da cabeça.
Músculos da Goteira Vertebral (ou intervertebrais espinhais) – Estão situados ao longo de toda a coluna, entre os processos espinhosos, os transversos e as costelas. Formam uma massa muscular muito compacta e potente que permite a estabilidade da coluna, e ajudam no movimento de extensão e rotação da mesma.




Músculos do Tórax – Como o seu nome indica, estão situados sobre a caixa torácica, na sua face anterior. Entre eles distinguem-se dois tipos: os que se inserem no tórax e na extremidade superior, e movimentam esta última, e os que têm ambas as inserções sobre as costelas para movimentar o tórax e facilitar a respiração. No primeiro grupo encontramos os seguintes: o peitoral maior largo e triangular e totalmente superficial, está situado entre a parte anterior do tórax e a axila, e dá a forma característica do tórax masculino, e o peitoral menor que é mais profundo, tem o mesmo formato e insere-se entre as costelas e o processo coracóide da escápula. O músculo subclávio, pequeno e cilíndrico, está situado entre a primeira costela e a clavícula. O serrátil, largo e radiado, situado na parede lateral do tórax, une as nove primeiras costelas à borda interna da escápula. No segundo grupo, os que se detacam mais são os músculos intercostais. Largos e finos, estão situados entre as costelas e enlaçam cada uma delas com a seguinte. As suas fibras entrecruzadas, ao contrairem-se aproximam as costelas entre si, colaborando na respiração. Entre os músculos do tórax devemos incluir o diafragma. Está situado no interior do organismo e é o músculo que separa a cavidade torácica da abdominal. Tem a forma de um para-quedas aberto e apoiam-se sobre ele o coração e os pulmões. Possui dois orifícios que permitem a passagem do esôfago e do feixe vascular (aorta e veia cava inferior). A sua função é muito importante durante o processo de respiração.
Músculos do Abdome – A cavidade abdominal está totalmente coberta por músculos, que protegem o seu conteúdo, permitem aumentar a pressão intra-abdominal para facilitar a defecação e ajudam a realizar os movimentos do tronco. Os mais importantes são: músculo reto do abdome, situado de ambos os lados da linha média entre o esterno e o púbis; músculos largos do abdome, dos quais fazem parte: o oblíquo externo do abdome, o oblíquo interno do abdome e o transverso do abdome. Situados segundo esta ordem, do mais superficial para o mais profundo, estão inseridos nas últimas costelas e na crista ilíaca.
Canal Inguinal – Situado no local vulgarmente chamado de virilha, é um espaço delimitado pelos músculos oblíquos e transverso e por uma série de ligamentos, que constituem um trajeto pelo qual passa o cordão espermático junto ao feixe vasculo-nervoso do mesmo.
Região Ilio-lombar – É constituída por três músculos: o quadrado lombar, o iliopsoas e o psoas menor. O primeiro é quadrado e plano, situado entre a crista ilíaca e a última costela, ajuda a flexionar a coluna lombar. O iliopsoas, situado no interior do abdome por trás do peritônio, é constituído por duas porções de origem diferente que se inserem no fêmur. A sua ação é potente e permite a flexão da coxa sobre o abdome.
Músculos do Ombro – Músculo Deltóide é um músculo superficial, subcutâneo, facilmente palpável e muito volumoso. O seu nome é devido a ser parecido com a letra grega delta. Cobre a articulação escápulo-umeral e contribui para conferir ao ombro a sua forma arredondada característica. Insere-se por um lado na clavícula e escápula (o que corresponde à base do triângulo) e no úmero pelo outro. A sua ação é a de elevar o braço (abdução). Músculo subescapular ocupa a fossa subescapular da escápula, servindo de almofada entre esta e as costelas. Tem origem na borda vertical ou interna da escápula e insere-se no tubérculo do úmero. Quase todo o músculo está escondido atrás da escápula, mas uma parte dele sobressai pela borda da axila, podendo ser apalpado. A sua ação é a de aproximar o úmero da linha média e rodá-lo para dentro. Músculo supra-espinhoso ocupa a



fossa supra-espinhosa da escápula. Tem a forma de uma pirâmide, com o vértice externo e a base interna. Origina-se na fossa infra-espinhosa da escápula e insere-se no tubérculo do
úmero. A sua ação é semelhante à do deltóide, mas tem maior importância para iniciar a abdução. Músculo infra-espinhoso ocupa a fossa infra-espinhosa da escápula. Origina-se na referida fossa e insere-se também na extremidade superior do úmero. É um músculo antagonista do subescapular, pois provoca a rotação do braço para fora. Músculo redondo menor é um músculo pequeno e em alguns individuos pode não existir. Tem a mesma ação que o anterior. Músculo redondo maior tem uma disposição semelhante à do subescapular e a sua ação é a de aproximar o braço da linha média (adução) e deslocá-lo ligeiramente para trás, para permitir unir as mãos atrás das costas.
Músculos do Braço – Estão dispostos numa zona anterior e outra posterior. Os anteriores são: o bíceps do braço, o coracobraquial e o braquial, mais profundamente. O único músculo posterior é o tríceps.
O músculo bíceps do braço tem duas cabeças de origem, uma das quais se origina no processo coracóide da escápula e a outra no ângulo externo da mesma. Insere-se por meio de um tendão comum, no terço superior do rádio. A sua ação é a de flexionar o braço sobre a supinação do mesmo (girar a palma da mão para baixo). O músculo braquial é também chamado de flexor curto do braço, está situado por baixo do bíceps na face antero-inferior do úmero. A sua ação é de flexionar o antebraço. O músculo coraco-braquial é um músculo grosso, situado por dentro do bíceps, dirige-se do processo coracóide à face interna do úmero. Eleva o braço e leva-o para dentro e para frente. O músculo tríceps do braço é um músculo extensor do antebraço por excelência. É constituído por três cabeças que têm diferentes origens: cabeça longa que se insere na escápula e as cabeças lateral e medial que se inserem na face posterior do úmero. Possuem uma inserção conjunta no olécrano da ulna. A sua ação é totalmente oposta à do bíceps e à do braquial.
Músculos do Ante-braço – Estão situados entre o cotovelo e o punho, dispostos em vários
planos, do mais superficial ao mais profundo, nas faces anterior e posterior do antebraço. Todos têm uma função muito específica e importante: realizar a flexão (os da face anterior do ante-braço) e a extensão (os da face posterior) dos dedos e provocar o movimento da mão em qualquer direção. Devido à sua ação, todos estes músculos são poliarticulares.
Músculos da Mão – A sua função é unicamente movimentar os dedos. Estão situados nos espaços intermetacárpicos e são curtos e pequenos. O mais importante é o que permite realizar a oponência do polegar, quer dizer, realizar a ação de pinça com a mão.
Músculos da Região Pélvica – Músculos Glúteos – São três chamados: glúteo máximo, glúteo médio e glúteo mínimo. Estão situados, segundo esta ordem, da profundidade para a superfície, no escavado que existe entre a crista ilíaca, na sua parte posterior e o fêmur. Conferem a forma à nadega, característica do ser humano. A sua principal ação é a de provocar a adução da perna e a sua rotação interna (glúteos médio e mínino). A ação do glúteo máximo é a manutenção do tronco erguido ao evitar que a pelve rode para diante devido ao peso do tronco e que este se mantenha em posição inclinada.
Músculo Piramidal da Pelve – Tem a forma triangular, com o vértice no fêmur e a base na pelve. Imprime a rotação do fêmur para fora.
Músculos Gêmeos – São dois pequenos músculos (superior e inferior) que têm uma ação idêntica à do anterior.



Músculos Obturadores Interno e Externo – Situados entre a nádega e o interior da pelve, através do orifício do mesmo nome, têm a função de rodar a coxa para fora.
Músculo Quadrado da Coxa – Situado na parte posterior da articulação do quadril, tem a mesma função dos anteriores. Todos estes músculos, exceto os glúteos, têm a sua origem na pelve e insere-se no trocânter maior do fêmur.
Tensor da Fáscia Lata – Situado na porção superior externa da coxa, imediatamente por baixo da pele, é plano, fino e carnudo por cima e tendinoso por baixo. Estende-se desde o osso ilíaco à tíbia, e a sua ação de abdução é pouco importante.
Músculo Sartório – É uma faixa muscular longa e larga, que une o ílio com a extremidade superior da tíbia. Nota-se perfeitamente nos individuos musculados, como uma fita que cruza a coxa de cima para baixo e de fora para dentro. Permite realizar a flexão da coxa sobre a pelvis e da perna sobre a coxa.
Músculo Quadríceps da Coxa – Está imbicado na face anterior da coxa e é constituído por quatro porções com origem superior diferente, que se unem num tendão comum à volta da patela, formando o tendão patelar. É o músculo extensor da perna por excelência.
Músculos Adutores – São um conjunto de músculos em forma de leque que têm início perto da sínfise púbica e se inserem sobre o fêmur. Como seu nome indica, realizam a adução da perna, enquanto lhe imprimem uma ligeira rotação para fora.
Músculo Bíceps da Coxa – É um músculo longo, situado posteriormente entre o ísquio e a fíbula. É constituído por duas porções que têm origem no quadril e insere-se por um único tendão na fíbula. É o músculo flexor da perna.
Músculo Semi-tendinoso – Tem este nome por ser carnudo por cima e tendinoso por baixo. Está situado na parte interna e superficial da região posterior da coxa, estendendo-se desde o ísquio à tíbia. A sua principal ação é a de flexionar a perna sobre a coxa.
Músculo Semi-membranoso – O seu terço superior é constituído por uma larga membrana a que se deve o seu nome. Situado por baixo do anterior, estende-se desde o ísquio ao lado interno da articulação do joelho. Tem a mesma ação que o anterior.
Músculos da Perna – Na perna existe um grande número de músculos. Cada um deles possui uma função determinada, mas em conjunto a sua função é movimentar os dedos do pé (em flexão ou em extensão) e fazer girar o pé em qualquer direção. Também flexionam a perna sobre a coxa. Tudo isto em conjunto permite a marcha. Salientamos os músculos gêmeos e o músculo sóleo (os três formam um conjunto que permite levantar o corpo sobre as pontas dos pés), que se unem num único tendão (tendão de Aquiles) para inserção no calcâneo.
Músculos do Pé – São músculos pequenos, situados na região plantar e entre os metatársicos, que permitem realizar algum movimento dos dedos do pé, assim como facilitar a marcha.