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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Preparatório para concursos


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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

quinta-feira, 23 de julho de 2015

O anticoncepcional masculino ideal está próximo. E tem até crowdfunding !!

Desde a invenção da pílula anticoncepcional feminina há 55 anos , as mulheres tiveram que assumir o controle de natalidade. Na verdade, centenas de anos antes das pílulas, as mulheres usavam esterco de crocodilos como forma de se prevenir da gravidez indesejada.
Mas agora, para o deleite de todas as mulheres (e provavelmente para alguns homens também) , uma pílula anticoncepcional não hormonal para homens poderá estar disponível em breve. E tudo graças a uma nova campanha de crowdfunding.
"Os homens só têm um contraceptivo: preservativos", diz David Sokal, presidente do conselho da Male Contraception Initiative, uma organização sem fins lucrativos que investiga novos contraceptivos masculinos.
Os cientistas por trás da nova pílula anticoncepcional masculina têm anunciado a descoberta como um "avanço" para os homens.
A droga localiza e isola uma proteína considerada essencial para os testículos. O Dr. Gary Flynn e sua equipe de pesquisadores da Universidade de Stanford acreditam que esta proteína é fundamental para a produção adequada de espermatozoides.

Diminuição em 90 % da emissão de gases do efeito estufa

Trocar a frota de carros atuais por carros autônomos e elétricos resultaria em uma diminuição de 90% da emissão de gases responsáveis pelo efeito estufa. Além disso, o uso de combustíveis derivados de petróleo cairiam em quase 100% - outros veículos ainda usariam derivados.
Os números foram publicados por pesquisadores da Lawrence Berkeley National Lab, da Califórnia, na revista Nature Climate Change. Eles trabalharam na possibilidade pensando em um formato que vem sendo sugerido por empresas como Google e Uber.
Apesar de parecer um modelo distante, uma pesquisa realizada neste ano mostrou que 44% dos americanos consideraria comprar um carro autônomo nos próximos dez anos.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Glândulas e hormônios

Glândulas e hormônios
O sistema endócrino é formado pelo conjunto de glândulas endócrinas, as quais são responsáveis pela secreção de substância denominadas hormônios. As glândulas endócrinas (do grego endos, dentro, e krynos, secreção) são assim chamados por que lançam sua secreção (hormônios) diretamente no sangue, por onde eles atingem todas as células do corpo. Cada hormônio atua apenas sobre alguns tipos de células, denominadas células-alvo. As células alvo de determinado hormônio possuem, na membrana ou no citoplasma, proteínas denominadas receptores hormonais, capazes de se combinar especificamente com as moléculas do hormônio. É apenas quando a combinação correta ocorre que as células-alvo exibem as respostas características da ação hormonal.
A espécie humana possui diversas glândulas endócrinas, algumas delas responsáveis pela produção de mais de um tipo de hormônio:
Hipotálamo
Se localiza na base do encéfalo, sob uma região encefálica denominada tálamo. A função endócrina do hipotálamo está a cargo das células neurossecretoras, que são neurônios especializados na produção e na liberação de hormônios. A figura ao lado mostra o hipotálamo (acima) e a hipófise (abaixo).
Hipófise (ou glândula Pituitária)
A hipófise é dividida em três partes, denominadas lobos anterior, posterior e intermédio, esse último pouco desenvolvido no homem. O lobo anterior (maior) é designado adeno-hipófise e o lobo posterior, neuro-hipófise. Hormônios produzidos no lobo anterior da hipófise Samatotrofina (GH) - Hormônio do crescimento.
Hormônio tireotrófico (TSH) - Estimula a glândula tireóide.
Hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) - Age sobre o córtex das glândulas supra-renais.
Hormônio folículo-estimulante (FSH) - Age sobre a maturação dos folículos ovarianos e dos espermatozoides.
Hormônio luteinizante (LH) - Estimulante das células intersticiais do ovário e do testículo; provoca a ovulação e formação do corpo amarelo.
Hormônio lactogênico (LTH) ou prolactina - Interfere no desenvolvimento das mamas, na mulher e na produção de leite.
Os hormônios designados pelas siglas FSH e LH podem ser reunidos sob a designação geral de gonadotrofinas.
Hormônios produzidos pelo lobo posterior da hipófise
Ocitocina - Age particularmente na musculatura lisa da parede do útero, facilitando, assim, a expulsão do feto e da placenta.
Hormônio antidiurético (ADH) ou vasopressina - Constitui-se em um mecanismo importante para a regulação do equilíbrio hídrico do organismo.
Tireóide
Situada na porção anterior do pescoço, a tireóide consta dos lobos direito, esquerdo e piramidal. Os lobos direito e esquerdo são unidos na linha mediana por uma porção estreitada - o istmo. A tireóide é regulada pelo hormônio tireotrófico (TSH) da adeno-hipófise. Seus hormônios - tiroxina e triiodotironina - requerem iodo para sua elaboração.
Paratireóides
Constituídas geralmente por quatro massas celulares, as paratireóides medem, em média, cerca de 6 mm de altura por 3 a 4 mm de largura e apresentam o aspecto de discos ovais achatados. Localizam-se junto à tireóide. Seu hormônio - o paratormônio - é necessário para o metabolismo do cálcio.
Supra-Renais ou Adrenais
Em cada glândula supra-renal há duas partes distintas; o córtex e a medula. Cada parte tem função diferente. Os vários hormônios produzidos pelo córtex - as corticosteronas - controlam o metabolismo do sódio e do potássio e o aproveitamento dos açúcares, lipídios, sais e águas, entre outras funções. A medula produz adrenalina (epinefrina) e noradrenalina (norepinefrina). Esses hormônios são importantes na ativação dos mecanismos de defesa do organismo diante de condições de emergência, tais como emoções fortes, "stress", choque entre outros; preparam o organismo para a fuga ou luta.
Hormônios produzidos pelas Ilhotas de Langerhans (no Pâncreas)
Insulina - Facilita a penetração da glicose, presente no sangue circulante, nas células, em particular nas do fígado, onde é convertida em glicogênio (reserva de glicose). Glucagon (glucagônio) - Responsável pelo desdobramento do glicogênio em glicose e pela elevação de taxa desse açúcar no sangue circulante.
Ovários
Na puberdade, a adeno-hipófise passa a produzir quantidades crescentes do hormônio folículo-estimulante (FSH). Sob a ação do FSH, os folículos imaturos do ovário continuam seu desenvolvimento, o mesmo acontecendo com os óvulos neles contidos. O folículo em desenvolvimento secreta hormônios denominados estrógenos, responsáveis pelo aparecimento das características sexuais secundárias femininas. Outro hormônio produzido pela adeno-hipófise - hormônio luteinizante (LH) - atua sobre o ovário, determinando o rompimento do folículo maduro, com a expulsão do óvulo (ovulação). O corpo amarelo (corpo lúteo) continua a produzir estrógenos e inicia a produção de outro hormônio - a progesterona - que atuará sobre o útero, preparando-o para receber o embrião caso tenha ocorrido a fecundação.
Testículos (Células de Leydig)
Entre os túbulos seminíferos encontra-se um tecido intersticial, constituído principalmente pelas células de Leydig, onde se dá a formação dos hormônios andrógenos (hormônios sexuais masculinos), em especial a testosterona. Os hormônios andrógenos desenvolvem e mantém os caracteres sexuais masculinos.
Outras funções endócrinas
Além das glândulas endócrinas, a mucosa gástrica (que reveste internamente o estômago) e a mucosa duodenal (que reveste internamente o duodeno), têm células com função endócrina. As células com função endócrina da mucosa gástrica produzem o hormônio gastrina; e as da mucosa duodenal produzem os hormônios secretina e colecistoquinina.

sábado, 25 de outubro de 2014

terça-feira, 21 de outubro de 2014

tigre ! Bela imagem

Sistema Solar

O Sistema Solar
é constituído essencialmente pelo Sol e pelo conjunto de corpos que estão sob influência de seu campo gravitacional. Dentre estes, os oito planetas são os componentes mais massivos do sistema, divididos em planetas telúricos (os quatro menores e mais próximos do Sol, predominantemente rochosos) e gigantes gasosos (os quatro maiores e mais afastados do Sol).
A maior parte exerce força gravitacional suficiente para manter uma camada de gases ao seu redor, ou seja, possuem atmosfera, e também satélites naturais orbitando-os.
Enquanto a Terra e Marte apresentam somente um e dois satélites naturais respectivamente, os gigantes gasosos possuem dezenas cada um, nas mais variadas formas, composições e tamanhos. Existem ainda cinco corpos que, de acordo com os padrões da União Astronômica Internacional, se enquadram na categoria de planetas anões e que, na sua maioria, também exibem satélites naturais. Vários asteroides se fazem igualmente acompanhar por pequenas luas.21 Os quatro planetas gigantes possuem, ainda, sistemas de anéis planetários, formados essencialmente por partículas de gelo e poeira com dimensões máximas de alguns centímetros, que orbitam o planeta no plano de seu equador.22 Espalhados por toda extensão do Sistema Solar existem milhares de corpos menores, como asteroides e cometas, além da poeira interplanetária e d
e matéria proveniente do Sol que permeiam o espaço entre os corpos

EBOLA

Ebola é uma doença causada por um vírus de mesmo nome, e seu principal sintoma é a febre hemorrágica, que causa sangramentos em órgãos internos. O vírus é nativo da África, onde surtos esporádicos ocorrem ao longo de décadas. É uma doença grave e muitas vezes fatal, com uma taxa de letalidade de até 90%, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). O ebola é transmitido pelo contato direto com o sangue, fluidos corporais e tecidos de animais ou pessoas infectadas. Pacientes gravemente doentes requerem tratamento de suporte intensivo. Durante um surto, aqueles com maior risco de infecção são os profissionais de saúde, familiares e outras pessoas em contato próximo com pessoas doentes e pacientes falecidos. O vírus Ebola foi descoberto em 1976 e acontecem surtos esporádicos desde então. Os primeiros registros do vírus Ebola foram encontrados em macacos, chimpanzés e outros primatas não humanos que vivem na África. Uma cepa mais branda de Ebola foi descoberta em macacos e porcos nas Filipinas - no entanto, o vírus das Filipinas não causa doença em humanos. A doença recebe esse nome por causa do rio Ebola, na República Democrática do Congo, onde o vírus foi encontrado pela primeira vez. Hoje, o que se acredita é que o morcego seja o responsável por transmitir o vírus para outros animais. Nele o vírus não provoca doença. Mas uma fruta meio comida por um morcego e encontrada por outro animal já pode dar início à epidemia. Macacos, antílopes e porcos-espinho também são afetados pela doença. É possível entrar em contato com o vírus visitando lugares com infestação de morcegos (como minas e cavernas) ou manipulando o tecido de algum animal morto pelo Ebola.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Gato faz de tudo para ficar longe da água

Homem Biônico

Conhecido como 'Rex', o primeiro homem biônico do mundo está em exposição no Museu do Ar e do Espaço, em Washington (Estados Unidos). Desde o dia 18 de outubro é possível ver o humanoide, que custou um milhão de dólares, tem dois metros de altura e foi construído a partir de partes do corpo e órgãos sintéticos. Ele tem até um sistema circulatório em funcionamento, que conta com sangue artificial. A exposição vai até o dia 11 de dezembro.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Prevençaõ e fatores de risco - Câncer

O termo risco é usado para definir a chance de uma pessoa sadia, exposta a determinados fatores, ambientais ou hereditários, adquirir uma doença. Os fatores associados ao aumento do risco de se desenvolver uma doença são chamados fatores de risco. Em contrapartida, há fatores que dão ao organismo a capacidade de se proteger contra determinada doença, daí serem chamados fatores de proteção.
Dois pontos devem ser enfatizados em relação aos fatores de risco: primeiro, que o mesmo fator pode ser de risco para várias doenças (por exemplo, o tabagismo, que é fator de risco para diversos cânceres e doenças cardiovasculares e respiratórias); segundo, que vários fatores de risco podem estar envolvidos na origem (gênese) de uma mesma doença (agentes causais múltiplos). O estudo dos fatores de risco, isolados ou combinados, tem permitido estabelecer relações de causa-efeito entre eles e determinados tipos de câncer.
A multicausalidade é frequente na formação do câncer (carcinogênese). Pode ser exemplificada pela associação entre álcool, tabaco e residência na zona rural e o câncer de esôfago, e entre álcool, tabaco, chimarrão, churrasco e o cozimento de alimentos em fogão a lenha e o câncer da cavidade bucal. A interação entre os fatores de risco e os de proteção a que as pessoas estão submetidas pode resultar, ou não, na redução da probabilidade delas adoecerem. Nestas associações, os fatores de proteção determinados foram, respectivamente, o consumo de frutas cítricas e vegetais ricos em caroteno.
Nem sempre a relação entre a exposição a um ou mais fatores de risco e o desenvolvimento de uma doença é reconhecível facilmente, especialmente quando se presume que a relação se dê com comportamentos sociais comuns (o tipo de alimentação, por exemplo). Nas doenças crônicas, as primeiras manifestações podem surgir após muitos anos de exposição única (radiações ionizantes, por exemplo) ou contínua (radiação solar ou tabagismo, por exemplo) aos fatores de risco. Por isso, é importante considerar o conceito de período de latência, isto é, o tempo decorrido entre a exposição ao fator de risco e o surgimento da doença.
Os fatores de risco podem ser encontrados no ambiente físico, ser herdados ou representar hábitos ou costumes próprios de um determinado ambiente social e cultural.

Teorias evolutivas

Várias teorias evolutivas surgiram, destacando-se , entre elas, as teorias de Lamarck e de Darwin.
Atualmente, foi formulada a Teoria sintética da evolução, também denominada Neodarwinismo, que incorpora os conceitos modernos da genética ás ideias essenciais de Darwin sobre seleção natural.
A teoria da evolução de Lamarck
Jean-Baptiste Lamarck ( 1744-1829 ), naturalista francês, foi o primeiro cientista a propor uma teoria sistemática da evolução. Sua teoria foi publicada em 1809, em um livro denominado Filosofia zoológica. Segundo Lamarck, o principio evolutivo estaria baseado em duas Leis fundamentais: Lei do uso ou desuso:
o uso de determinadas partes do corpo do organismo faz com que estas se desenvolvam, e o desuso faz com que se atrofiem.
Lei da transmissão dos caracteres adquiridos : alterações provocadas em determinadas características do organismo, pelo uso e desuso, são transmitidas aos descendentes.
Lamarck utilizou vários exemplos para explicar sua teoria. Segundo ele, as aves aquáticas tornaram-se pernaltas devido ao esforço que faziam no sentido de esticar as pernas para evitarem molhar as penas durante a locomoção na água. A cada geração, esse esforço produzia aves com pernas mais altas, que transmitiam essa característica à geração seguinte. Após várias gerações, teriam sido originadas as atuais aves pernaltas.
A teoria de Lamarck não é aceita atualmente, pois suas ideias apresentam um erro básico: as características adquiridas não são hereditárias.
Verificou-se que as alterações em células somáticas dos indivíduos não alteram as informações genéticas contida nas células germinativas, não sendo, dessa forma, hereditárias.
A teoria da evolução de Darwin
Charles Darwin (1809-1882), naturalista inglês, desenvolveu uma teoria evolutiva que é a base da moderna teoria sintética: a teoria da seleção natural. Segundo Darwin, os organismos mais bem adaptados ao meio têm maiores chances de sobrevivência do que os menos adaptados, deixando um número maior de descendentes. Os organismos mais bem adaptados são, portanto, selecionados para aquele ambiente.
Os princípios básicos das ideias de Darwin podem ser resumidos no seguinte modo:
• Os indivíduos de uma mesma espécie apresentam variações em todos os caracteres, não sendo, portanto, idênticos entre si.
• Todo organismo tem grande capacidade de reprodução, produzindo muitos descendentes. Entretanto, apenas alguns dos descendentes chegam à idade adulta.
• O número de indivíduos de uma espécie é mantido mais ou menos constante ao longo das gerações.
• Assim, há grande "luta" pela vida entre os descendentes, pois apesar de nascerem muitos indivíduos poucos atingem a maturalidade, o que mantém constante o número de indivíduos na espécie.
• Na "luta" pela vida, organismos com variações favoráveis ás condições do ambiente onde vivem têm maiores chances de sobreviver, quando comparados aos organismos com variações menos favoráveis.
• Os organismos com essas variações vantajosas têm maiores chances de deixar descendentes. Como há transmissão de caracteres de pais para filhos, estes apresentam essas variações vantajosas.
• Assim , ao longo das gerações, a atuação da seleção natural sobre os indivíduos mantém ou melhora o grau de adaptação destes ao meio.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Caxumba

É a inflamação das glândulas salivares, causada por vírus. As glândulas parótidas são as maiores e as mais antigas, razão pela qual a caxumba também é conhecida por parotidite (inflamação das parótidas).
As glândulas salivares sublinguais e as submandibulares são bem menores, mas também podem ser afetadas.
O doente deve ficar em repouso, evitando, assim,, complicações da doença, pois o vírus da caxumba pode afetar outras glândulas como os testículos, o pâncreas e os ovários.
A transmissão se faz pela saliva e por objetos contaminados pelo doente: copos e talheres, por exemplo. Além dos cuidados usuais de higiene, é recomendável a vacina, para prevenção da doença.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Natureza em equilíbrio ?

Para manter a rotina de consumo nas cidades, ecossistemas naturais são destruídos para ceder espaços à agricultura e pastagens para o gado.
O desmatamento, além de contribuir para o aumento do aquecimento global, também está diretamente relacionado a quedas bruscas na biodiversidade do planeta.
Muito se afirma que apesar de tem existido períodos de desequilíbrios ecológicos e extinção de espécies ao longo da história da Terra, nenhum deles ocorreu de forma tão rápida e intensa quanto agora.
Nós, seres humanos, fazemos parte da natureza assim como os outros organismos; no entanto, nem sempre contribuímos para seu equilíbrio.

Levedura

O termo levedura é usado para designar fungos microscópicos, como o Saccharomyces cerevisiae. Esse fungo transforma o açúcar do malte em cerveja, mas também é usado para transformar o açúcar da uva em vinho e o da cana-de-açúcar em aguardente.

Curisidade - Bactérias

Uma bactéria que se divide a cada quinze minutos dará origem em duas horas a 256 bactérias iguais. Isso significa que, em seis horas poderá formar mais de 15 milhões de clones !

O cigarro e o sistema respiratório

As substâncias tóxicas contidas no cigarro destroem os macrófagos e as células do tecido pseudociliado da traqueia, que são substituídas por outro tipo celular.
Os pulmões do fumante ficam mais vulneráveis a infecções e o sistema respiratório passa a produzir muco para protege-los; ocorre uma inflamação crônica das paredes dos brônquios, como reação ao contato constante com as substâncias contidas no cigarro, causando a bronquite crônica. O excesso de muco pode causar tosse e dificuldade de respirar. É comum em pessoas que fumam há muitos anos o rompimento de alvéolos pulmonares, causando diminuição da capacidade respiratória e caracterizando o enfisema pulmonar.
E além disso, várias substâncias contidas nos cigarros são cancerígenas e podem alterar o ritmo de divisão das células, originando tumores.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Seleção natural / seleção artificial

Seleção Natural x Seleção Artificial
Nós iremos distinguir 3 tipos de seleção natural de acordo com seu efeito sobre uma característica como a tamanho do corpo. O primeiro é aquele em que os menores indivíduos têm maior preparo/capacidade. A seleção natural é então direcional: ela favorece os menores indivíduos e irá, se a característica for hereditária, produzir um decréscimo na média de tamanho. A seleção direcional pode, é claro, também produzir um aumento evolucionário no tamanho se os indivíduos maiores tiverem maior preparo/capacidade.
Por exemplo, o salmão rosa tem tido seu tamanho diminuído recentemente, devido à pesca com técnicas que capturam os maiores exemplares e permitem a fuga dos menores. Ora, isso irá levar, em algum tempo, a uma diminuição na média de tamanho entre os membros dessa população, pois os indivíduos menores passarão a ter uma maior chance de sobreviver e um maior preparo/capacidade.
Um segundo tipo de seleção natural é a estabilizadora. Os membros de uma população com um tamanho médio têm maior preparo/capacidade que os extremos (pequenos e grandes). A seleção natural irá, por essa razão, atuar contra a mudança no tamanho e manterá a população constante ao longo do tempo. Um exemplo bem conhecido é do tamanho médio dos bebês humanos. Até pouco tempo atrás a probabilidade de sobrevivência dos recém-nascidos, levando em consideração o tamanho, era maior para aqueles que nasciam dentro de uma média e menor para aqueles que nasciam ou abaixo ou acima dessa média. Hoje, isso tem mudado devido aos cuidados com os bebês prematuros (pequenos) e também devido aos partos cesarianos para aqueles bebês muito grandes.
O terceiro tipo favorece mais os extremos que os intermediários e é chamada de disruptiva. Na natureza, o dimorfismo sexual é provavelmente o exemplo mais comum. O experimento feito com moscas-das-frutas de Thoday e Gibson será utilizado como ilustração: Eles pegaram uma população de moscas e consideraram a característica hereditária “número de cerdas”. Colocaram as moscas com alto ou baixo número de cerdas para reproduzir e impediram que as moscas com um número intermediário reproduzissem. Após um tempo (12 gerações) observaram uma grande divergência: a maior parte da população era formada por indivíduos com grande número de cerdas ou com pequeno número de cerdas. A seleção disruptiva é de particular interesse teórico pois ela pode aumentar a diversidade genética numa população e promover a especiação.
Um última possibilidade teórica seria a ausência de relação entre o fitness e a característica em questão. Nesse caso, a seleção natural não atuaria na população Seleção artificial é o processo conduzido pelo ser humano de cruzamentos seletivos com o objetivo de selecionar características desejáveis em animais, plantas e outros seres vivos. Estas características podem ser, por exemplo, um aumento da produção de carne, leite, lã, seda ou frutas. Para esse fim foram, e são, produzidas diversas raças domésticas, como cães, gatos, pombos, bovinos, peixes e plantas ornamentais. É uma seleção em que a luta pela vida, ou seleção natural, foi substituída pela escolha humana dos indivíduos que melhor atendem aos seus objetivos. O processo de seleção artificial ajudou na criação de um modelo que pudesse explicar a variação natural dos seres vivos, a seleção natural.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Deficiência motora (doenças)

Doenças congênitas e condições análogas

Paralisia cerebral

man in wheelchairA paralisia cerebral é uma lesão no cérebro (e por isso que o termo "cerebral" é usado), resultando na diminuição do controle muscular (paralisia). A condição geralmente ocorre durante o desenvolvimento fetal, mas também pode ocorrer durante a gravidez ou após o nascimento. Características comuns de paralisia cerebral incluem aperto ou espasmo muscular, movimentos involuntários, e prejudicou discurso. Casos graves podem levar á paralisia.

Muitas pessoas com paralisia cerebral são capazes de usar computadores, mas geralmente encontram dificuldade para usar um mouse. Os movimentos dos braços muitas vezes são demasiadamente irregulares e imprevisíveis para usar um mouse de maneira eficaz. Normalmente estas pessoas podem fazer uso de teclado, ou um teclado adaptado, embora mais lentamente do que indivíduos sem paralisia cerebral. Muitas vezes eles vão usar teclados com levantada em áreas entre as chaves, de forma a permitir-lhes dar a sua mão sobre a matéria suscitada e, em seguida, pressione para baixo os seus dedos sobre a tecla de que pretendem tipo. Regular teclados podem ser adaptados para este mesmo fim através da utilização de teclado superposições. Isto reduz a probabilidade de erros enquanto digita.

Distrofia Muscular

Distrofia muscular (DM) é uma doença genética em que os genes das proteínas musculares estão danificados. É caracterizada pela degeneração progressiva dos músculos. A Distrofia muscular pode afetar pessoas em qualquer idade, mas é mais comum em crianças. Indivíduos com leve DM podem viver uma vida normal, enquanto que os indivíduos com casos mais graves podem morrer durante a adolescência ou início dos 20 anos. A tecnologia de assistência utilizada pelos indivíduos com DM dependerá da gravidade da condição, mas geralmente incluem as mesmas tecnologias Já mencionadas (varinhas de cabeça, bastonetes para a boca, adaptações de teclado, software de reconhecimento de voz e etc.).

Esclerose mútipla

diagram of myelin cells surrounding the the axon of a nerve cellEm indivíduos com esclerose mútipla (EM), a mielina (uma camada de tecido adiposo que rodeia fibras nervosas) corrói, tornando as fibras nervosas incapazes de enviar sinais a partir do sistema nervoso central para os músculos do corpo. Os casos mais leves de EM pode resultar em um ou mais dos seguintes sintomas: tremores, fraqueza, dormência, caminhar instável, espasticidade, rigidez muscular, ou comprometimento da memória. Casos graves podem resultar em paralisia parcial ou completa. Nem todas as pessoas com esclerose mútipla têm experiências com todos os sintomas e, curiosamente, o mesmo indivíduo pode experimentar diferentes conjuntos de sintomas em momentos diferentes. Os tipos de tecnologias utilizadas são as mesmas que para as outras Deficiências motoras.

Espinha bífida

diagram of the protruding sac of spinal fluid and tissue in the vertebrae of an individual with spina bifidaA espinha bífida é uma condição congênita em que a espinha não conseguir fechar adequadamente durante o primeiro mês de gravidez. Isso faz com que a membrana ao redor da coluna vertebral saia por traz, resultando em uma protuberância visível, ou um saco nas costas do indivíduo. Nos casos mais graves, a coluna vertebral em si projetasse através desta abertura. Indivíduos que nascem com espinha bífida, provavelmente podem passar por experiências de dificuldades motoras e, possivelmente, a paralisia. Em alguns casos, o fluido pode acumular-se no cérebro, podendo também causar danos ao cérebro. Como resultado alguns indivíduos enfrentam dificuldades de aprendizagem e linguística.

Esclerose amiotrófica lateral (Doença de Lou Gehrig)

Também conhecida como "doença de Lou Gehrig", esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença degenerativa que impede os neurônios de enviar impulsos para os músculos. Os músculos enfraquecem ao longo do tempo, e podem, eventualmente, afetar a condição dos músculos necessários para a respiração, resultando em morte. Os sintomas incluem lentidão e dificuldade de locomoção e movimentos, falar e comer. A grande maioria dos casos de ELA são devido a causas desconhecidas. Cerca de 5-10% dos casos estão relacionadas a razões genéticas. (Veja http://www.neurologychannel.com/als/ - link externo para mais informações.)

Artrite

two hands with advanced arthritis Artrite ocorre mais frequentemente em pessoas idosas, mas pode ocorrer em pessoas mais jovens também. Muitas pessoas com artrite são capazes de usar um teclado e mouse, mas eles nem sempre possuem o controle motor suficiente para clicar em links pequenas com precisão, por exemplo. Muitas vezes, as pessoas com artrite não utilizar as tecnologias assistenciais em todas, mas algumas com artrite mais avançada podem utilizar um mouse trackball, softwares de reconhecimento de voz, ou pedais para os pés. As dores nas articulações podem causar fadiga, limitando a quantidade de tempo que a pessoa cai estar disposta a gastar em um computador realizando manobra com um mouse ou digitando num teclado.

Doença ou mal de Parkinson's

tremoring hand of an elderly personDoença de Parkinson (DP) é uma desordem do sistema nervoso central, que provoca tremores incontroláveis e/ou rigidez nos músculos. Indivíduos com casos avançados da doença de Parkinson podem não ser capaz de usar um mouse de maneira eficaz e alguns são incapazes de usar um teclado. As vezes a voz também pode ser afetada, de modo que um software de reconhecimento de voz não é uma boa opção, embora a maior parte das pessoas com DP possui voz facilmente compreendida. A Doença de Parkinson é mais provável de ocorrer mais tarde na vida, mas pode afetar indivíduos jovens também.

Tremor Essencial

Tal como Doença de Parkinson, tremor essencial (TE) é uma desordem nervosa que pode resultar em incontroláveis tremores. Tremor essencial afeta mais frequentemente a parte superior do corpo, tais como as mãos, braços, cabeça e laringe (o que torna a voz mais difícil de ser entendida).

Questões de Biologia

1:As espécies de capim que crescem nos campos da Austrália podem ser diferentes das que existem na América ou na África, mas todas têm a mesma função: são produtores dos ecossistemas de campo. Nos campos da Austrália vivem cangurus, nos da África há zebras e na América do Norte há bisões. Todos esses animais exercem em seus ecossistemas a função de:
a) consumidores primários b) consumidores secundários c) consumidores terciários d) decompositores e) parasitas
resposta:A
2:Uma equipe de pesquisadores de vários países desenvolveu um tomate transgênico que contém três vezes mais betacaroteno que o fruto comum. O betacaroteno é uma substância que o corpo transforma em determinada vitamina. A falta dessa vitamina está associada a problemas do coração, da visão e de alguns tipos de câncer. Segundo a UNICEF, até 2 milhões de crianças com menos de quatro anos deixariam de morrer anualmente se ingerissem mais a referida vitamina. Adaptado de "O GLOBO". Rio, 29 de maio 2000.
O texto refere-se à vitamina a) A. b) B6. c) C. d) D. e) B1.
resposta:A
3:Um pesquisador determinou as variações nas concentrações de ADN ao longo do tempo, em células do ovário e do epitélio intestinal de um animal. As variações na quantidade de ADN em cada célula nos dois casos estão registradas nas figuras 1 e 2.
Qual das figuras (1 ou 2) corresponde às células do ovário e qual corresponde ao epitélio intestinal. Justifique.
resposta:A figura 1 corresponde ao epitélio intestinal, pois a quantidade de ADN inicialmente é duplicada e volta ao valor inicial, caracterizando uma divisão celular por mitose. A figura 2 corresponde às células do ovário, pois a quantidade final de ADN é igual à metade da quantidade inicial, indicando a ocorrência da divisão celular por meiose.
4:O esquema a seguir ilustra o processo de segmentação e clivagem em
Fonte: AMABIS e MARTHO. "Curso Básico de Biologia". 1985.<> a) mamíferos. b) anfíbios. c) anfioxo. d) aves. e) répteis.
resposta:B
5:São tecidos originados do mesoderma:
a) cartilaginoso, epidérmico, muscular e nervoso. b) sangüíneo, ósseo, cartilaginoso e muscular. c) nervoso, muscular, epidérmico e sangüíneo. d) muscular, ósseo, cartilaginoso e epidérmico. e) epidérmico, nervoso, sangüíneo e ósseo. resposta:B

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Gatos - Aids

Gatos usados por cientistas norte-americanos tiveram suas células alteradas para poder brilhar e, de quebra, resistir à versão do vírus da Aids responsável pela doença em felinos. O estudo foi publicado na revista científica 'Nature Methods'. O efeito luminoso é causado pelo presença de uma proteína fluorescente extraída de águas-vivas e acontece quando os felinos são expostos à luz ultravioleta. Já a proteção contra o FIV - a versão felina do HIV - é garantida pelo inclusão de um gene de macaco dentro do material genético dos gatos. Conhecido como TRIMCyp, o gene do macaco faz a proteção externa do vírus ser destruída antes que ele consiga infectar as células dos felinos. Para colocar o material no corpo dos gatos, os cientistas alteram óvulos não fecundados. Neste momento, foram incluídos também os genes 'fluorescentes' de águas-vivas para que alterações dentro dos gatos pudessem ser rastreadas. Os cientistas da Mayo Clinic, instituto responsável por desenvolver a pesquisa, afirmaram que os filhotes gerados pelos gatos geneticamente alterados também apresentaram os genes. A esperança dos pesquisadores é de que a herança genética continue a ser transmitida pelas próximas gerações desses mamíferos. A tecnologia também pode servir, no futuro, para a criação de novas estratégias para preservar as 36 espécies ameaçadas de gatos selvagens no mundo. A Aids já matou 30 milhões de pessoas no mundo e ainda não há uma vacina ou cura disponivel para combater a doença que seja reconhecida pela comunidade científica e adotada na prática médica. A versão felina também já deixou milhões de gatos mortos.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011


ENERGIA ALTERNATIVA


A questão energética interfere em todos os conjuntos das atividades econômicas e sociais do país.
Nas várias atividades de produção ou na distribuição de consumo de bens e serviços é necessário a utilização cada vez maior de energia como resultado de um crescente desenvolvimento material.
A energia é imprescindivel à sobrevivência diária, pois proporciona “serviços essenciais” à vida humana – calor para aquecimento, para cozinhar e para atividades manufatureira, ou força para o transporte e para o trabalho mecânico.
Os sustentadores do desenvolvimento de uma nação é que deveriam avaliar a disponibilidade de energia, o seu acesso à população e principalmente o nível de sustentabilidade da geração de energia. As fontes energéticas que são representada por combustíveis e pelo fornecimento de insumos energéticos são diversas e mal distribuídas pelo território nacional.
O papel do Estado deveria ser de promover parcerias na realização de pesquisas visando o desenvolvimento e a difusão de tecnologia ambientalmente saudáveis. Atuando no estímulo do uso de fontes de energias limpas e renováveis com racionalização do uso.
O preço de mercado de insumo energético convencional não reflete efeitos sobre o meio ambiente e nem sobre a qualidade da atmosfera (efeito estufa, chuva ácida, etc.). Ao país é fundamental que haja correção nas distorções, proporcionando instrumentos para inibir forma de consumo indesejável, como por exemplo, a taxação seletiva e progressiva.
A tecnologia e os níveis de preços dos combustíveis fósseis aumentam à medida em que o produto fica escasso e a tendência é subir mais ainda até que possam existir outras formas de energia de fluxo contínuo tornando essa substituição totalmente vantajosa.
Atualmente a energia necessária a esses serviços provém de combustíveis – gás natural, petróleo, carvão, turfa e energia nuclear convencional , que são as fontes de energia não-renováveis. Existem outras fontes de energia primárias, tais como: energia solar, eólica, das marés e das ondas ou hidráulica, madeiras, vegetais, esterco, quedas d’água, fontes geoterminais, além da força muscular humana e animal. Essas são as fontes de energia renováveis.
Os sistemas de energia alternativa ainda se encontram num estágio de desenvolvimento relativamente primitivo. Mas já oferecem ao mundo fontes de energia primária potencialmente enormes, sempre sustentáveis e, de alguma forma, sempre à disposição. A energia solar é comum em muitas partes da Austrália, Grécia e Oriente médio. A energia eólica é bastante utilizada na Califórnia e na Escandinávia.
Desperdiça-se grande quantidade de energia devido a ineficiência de planejamento e ao funcionamento dos equipamentos usados para converter a energia aos serviços necessários.

ENERGIA SOLAR

A energia solar, por exemplo, é o aquecimento doméstico da água através do sol, utilizando boilers elétricos, aquecedores e coletores solares. Já tem a sua potencial importância nos padrões de consumo de energia. Além do valor econômico, ainda há o crescimento de uma consciência ecológica, que é a crescente disposição do uso de formas limpas, ainda que esse uso alternativo de energia não esteja assumido em escala econômica, requer baixo custo de investimento, é de alta tecnologia e padrão internacional de qualidade.
A utilização da energia solar fotovoltaica compreende a conversão da luz solar que é captada por células de silício sensíveis à luminosidade em eletricidade, sendo armazenado em baterias para ser utilizada em iluminação, eletro-eletrônicos, equipamentos e etc., em corrente continua ou alternada.
O módulo solar é um componente que promove a conversão da energia luminosa do sol, para energia elétrica em corrente contínua. O controlador de carga é um dispositivo que gerencia a energia elétrica produzida pelo módulo fotovoltaico, impedindo a sobrecarga e sobredescarga da bateria, aumentando a sua vida útil. A bateria é o componente que armazena e estabiliza a energia gerada pelo módulo fotovoltaico, permitindo o uso da energia em dias nublados ou à noite. O inversor de carga é o equipamento eletrônico responsável em transformar a eletricidade de corrente continua armazenada nas baterias para corrente alternada (110/220v) , quando necessário.

OS VEGETAIS

Existe um número crescente de pessoas que tem se interessado no setor monetário da economia pressionando o uso da base de biomassa para fazerem aumentar a demanda de combustíveis comercias, desde lenha e carvão vegetal até querosene, propano líquido, gás e eletricidade.
A coleta de lenha vem sendo cada vez mais desenvolvida em muitos países que ainda dependem predominantemente da biomassa para cozinhar, aquecer suas casas e até para a iluminação, e, quando a lenha é escassa, as pessoas a economizam queimando outros combustíveis como: esterco de vaca, talos e cascas de vegetais e ervas daninhas.
O carvão vegetal é um combustível mais adequado e mais limpo que a lenha, pois sua fumaça causa menos irritação aos olhos e distúrbios respiratórios do que a fumaça da lenha. Porém obter o carvão vegetal desperdiça uma grande quantidade de madeira.
Quando falamos em madeira como fonte de energia alternativa, costumamos pensar em árvores que crescem naturalmente e são aproveitadas para o consumo doméstico. Porém este material , a madeira, está se tornando uma importante matéria-prima, plantada especialmente para executar processos avançados de conversão em energia. Está sendo usado em países industrializados e aqueles em desenvolvimento, visando a produção de calor, eletricidade e a produção de outros combustíveis gasosos e líquidos.

ENERGIA HIDRÁULICA

A energia hidráulica, que entre as fontes renováveis de energia, vem logo após a madeira e expande-se cada vez mais. Seu potencial remanescente é enorme.
Com moderna tecnologia é permitido a qualquer pessoa, mesmo sem conhecimentos técnicos, executar a construção de sua própria usina hidráulica com pequenas obras. É necessário um rotor tipo tambor, formado por pás curvas, fixadas a dois discos laterais. O eixo na posição horizontal, deverá ser apoiado ao rolamento da turbina. O controle de vazão é feito por um perfil hidráulico que é movimentado manualmente , ou automaticamente por um regulador de velocidade. As dimensões da caixa de adaptação de água e a base de apoio da turbina hidráulica deverão ser padronizadas em função do modelo do equipamento. A tubulação de adução poderá ser em PVC, encaixando-se diretamente à turbina que deverá ser assentada sobre uma base de concreto inclinada à tubulação de adução.
Assim é feita a instalação de uma turbina hidráulica que fornecerá energia alternativa de acordo com as marés.

ENERGIA EÓLICA

A energia eólica é uma fonte de energia de baixo custo, sem ruído, sem poluição e com retorno garantido onde são utilizadas turbinas movidas a vento para gerar energia elétrica para as redes.
É uma opção ecologicamente correta e ideal para locais não servidos pela rede comercial e pode ser captada de maneira muito simples na praia, no campo, no mar , ou na montanha, através de produtos que transformam a energia renovável dos ventos em eletricidade. Serve principalmente para bombear água, mas nos últimos tempos seu uso vem crescendo com rapidez.
São utilizados os cataventos que são também conhecidos como moínhos de vento. Os cataventos são máquinas que transformam a energia gerada pela ação da força dos ventos sobre pás oblíquas unidas a um eixo comum, em energia aproveitável. Esse eixo giratório também poderá ser conectado a diferentes tipos de maquinarias, tais como: moedor de grãos, bombas de água ou gerador de eletricidade.
Quando ocorre menor quantidade de vento usa-se um cavalo-mecânico que é um conjunto de contra-pesos que melhora o desempenho dos cataventos, aumentando o curso do pistão, aumentando o volume de água bombeada e também retirando a água de maiores profundidades.
Os custos da energia elétrica gerada pelo vento a cada ano tem diminuído e há estatísticas na Califórnia que num prazo de mais ou menos dez aniso essa fonte de energia elétrica se tornará competitiva em relação às outras fontes de energia.

O Brasil dispõe de hidroeletricidade em grande escala e conta com a capacidade de produção e uso tecnológico do álcool, que são energias renováveis, não contribuindo , por essa ótica, para o aumento do efeito estufa. O Brasil apresenta baixo índice de emissões de carbono por energia gerada em seu sistema de oferta energética.
A conservação de energia é um importante componente da política econômica. Buscar a sustentabilidade por meio de uma sociedade mais eficiente tem sido a tônica das ações voltadas ao combate ao desperdício. Nesse sentido, há preocupação com a promoção e a racionalização da produção e do consumo de energia elétrica, com a eliminação de desperdícios e redução de custos e investimentos.
Entretanto , o Brasil já deveria estar atento à possibilidade de escassez energética no mercado, pois tem alto potencial de se evoluir na distribuição de energias alternativas.
Portanto somos vítimas da má distribuição de energia e consequentemente da ineficiência econômica do nosso país.

Energia Eólica


Energia Eólica

1. Definição
Pelo próprio nome, energia eólica é aquela produzida pela transformação da energia cinética dos ventos em energia elétrica. O vento constitui uma imensa fonte de energia natural.
Existem, atualmente, mais de 20.000 turbinas eólicas de grande porte em operação no mundo, com uma capacidade instalada de 5.500 MW. De acordo com a Agência Internacional de Energia, a capacidade mundial de turbinas eólicas instaladas alcançará 10.000 MW até este ano (2000). Na Europa, espera-se gerar 10% de toda eletricidade a partir do vento, até o ano 2030.


2. Sobre os ventos
O vento é o ar em movimento devido ao aquecimento desigual da superfície terrestre pelo sol. A Terra e seu envelope de ar, a atmosfera, recebe mais calor solar próximo ao Equador do que nas regiões polares. Mesmo assim, as regiões equatoriais não ficam mais quentes a cada ano, nem as polares ficam mais frias. É o movimento do ar ao redor da Terra que ameniza a temperatura extrema e produz ventos na superfície tão úteis para a geração de energia.
Como todos os gases, o ar se expande ou aumenta de volume quando aquecido, e contrai e diminui de volume quando resfriado. Na atmosfera, o ar quente é mais leve e menos denso do que o ar frio e se eleva a altas atitudes quando fortemente aquecido pelo Sol. O ar aquecido próximo ao Equador fluirá para cima, e então, na direção dos pólos onde o ar próximo a superfície é mais frio. As regiões terrestres próximas aos pólos, agora, têm mais ar, pressionando-as, e o ar da superfície mais fria tende a desligar dessas áreas e movimentam-se na direção do Equador. Como conclusão, vemos que o vento se desloca da região de maior pressão para a região de menor pressão.

Depois de entender a circulação das massas de ar no planeta em geral, temos um caso não tão grande, mas de mesmo mecanismo, que são as brisas do mar. A força motora primária da brisa do mar é o resultado da diferença de temperatura entre a terra e o mar. Quando essa diferença é grande e diurna, podem ser esperadas brisas marinhas relativamente fortes durante as horas da tarde e no começo da noite. As brisas marinhas mais intensas são encontradas naquelas regiões subtropicais secas, ao longo da costa oeste de continentes onde haja um oceano frio. É precisamente nessas regiões que o vento predominante é geralmente fraco e a brisa marinha local é na verdade quase a única fonte de energia eólica por grande parte do ano.
A topografia, ou características físicas do solo, podem influenciar fortemente as características do vento. As montanhas impedem a passagem uniforme dos ventos, o ar canalizado ao redor ou através das aberturas freqüentemente aumenta os ventos fortes locais, ideais para geradores de energia eólica.
3. Conversão da energia eólica
Um aerogerador consiste num gerador elétrico movido por uma hélice, que por sua vez é movida pela força do vento. A hélice pode ser vista como um motor cujo único combustível é o vento.
A quantidade de energia disponível no vento varia de acordo com as estações e as horas do dia. A topografia e a rugosidade do solo também tem grande influência na distribuição de freqüência de velocidade do vento em um único local. Além disso, a quantidade de energia eólica extraível numa região depende das características do desempenho, altura de operação e espaçamento horizontal dos sistemas de conversão de energia eólica instalados.
A quantidade de eletricidade que pode ser gerada pelo vento depende de quatro fatores:
• Da quantidade de vento que passa pela hélice
• Do diâmetro da hélice
• Da dimensão do gerador
• Do rendimento de todo o sistema
As turbinas são, em princípio, instrumentos razoavelmente simples. O gerador é ligado através de um conjunto acionador a um rotor constituído de um cubo e duas ou três pás. O vento aciona o rotor que faz girar o gerador e produzir eletricidade.

4. Tipos de turbinas eólicas
Turbinas eólicas de eixo horizontal: pode ser de uma, duas, três ou quatro pás ou multipás. A de uma pá requer um contrapeso para eliminar a vibração. As de duas pás são mais usadas por serem fortes, simples e mais baratas do que as de três pás. As de três pás, no entanto, distribui as tensões melhor quando a máquina gira durante as mudanças de direção do vento. As multipás não são muito usadas, pois são menos eficientes.
Turbinas eólicas do eixo vertical: não são muito usadas, pois o aproveitamento do vento é menor. As mais comuns são três: Savonius, Darrieus e Molinete.

5. Outras utilizações da força eólica
A) Moenda de milho.
Como a maioria dos moinhos europeus possui pás verticais, elas giram à medida que parte do movimento horizontal do vento é transformada em movimento de rotação das pás. Este movimento é transferido por engrenagens e polias para uma pedra de moenda, que tritura os grãos. Para aproveitar ao máximo a energia do vento, a cobertura do moinho gira automaticamente para ficar de frente para o vento toda vez que ele muda de direção.
B) Barcos à vela.
A maioria dos barcos à vela modernos, têm velas triangulares que podem ser manobradas para captar o máximo da energia do vento. Os barcos egípcios, de cerca de 1.300 a.C., usavam velas quadradas que só podiam aproveitar com eficácia a energia do vento quando este vinha por trás. Por volta de 200 a.C., os navios do mediterrâneo usavam velas que podiam ser manobradas, aproveitando a energia do vento mesmo quando ele não soprava por trás delas.

6. História do uso da energia eólica pelo homem
Uma das primeiras formas de energia conhecida, o vento já era empregado para mover barcos à vela de pano em 3.500 a.C.. Em terra, os primeiros moinhos de vento talvez tenham aparecidos na Pérsia por volta de 700 d.C.. As pás giravam horizontalmente e eram conectadas diretamente a pedras de moenda que triturava grãos.
Durante o fim da Idade Média e o início da Idade Contemporânea, a energia eólica foi bastante usada pelos navegadores e também pelos holandeses para drenar regiões alagadas.
Mas é na segunda metade do século XX que a energia eólica teve um aproveitamento e desenvolvimento mais profundo, no sentido de produzir energia elétrica. Considerada fonte alternativa de energia, ganha destaque pela não agressão ao meio ambiente, causando um aumento pelo interesse nessa fonte de energia (lembrando também que essa procura também é impulsionada pela alta no preço do barril do petróleo). O que atrapalha sua proliferação é o elevado custo para a sua instalação, mas sua fonte é inesgotável.

Como exemplo de aerogeradores construídos, temos:
• (1890-1910) - Dinamarca- 23 m de diâmetro - 3 pás - 200 kW
• (1931) - Rússia - 30 m de diâmetro - 3 pás - 100 kW
• (1941) - EUA- 54 m de diâmetro - 2 pás- 1250 kW
• (1959) - Alemanha - 34 m de diâmetro - 2 pás - 100 kW
• (1978) - EUA (NASA) - 50 m de diâmetro - 2 pás - 200 kW
• (década 80/90) - Brasil (Recife-Ne) -C.Br.Em.Eólica - potencial de 6 000 MW - instalados apenas 21,7 MW (fonte: Ver. Galileu-Ag/2000)

Existem atualmente mais de 20.000 turbinas eólicas em operação no mundo, produzindo mais de 2 bilhões de kWh anualmente.

PRÓ: poluição zero. Pode ser complementar às redes tradicionais.
CONTRA: instável, está sujeita a variações do vento e a calmarias. Os equipamentos são caros e barulhentos

Os Planetas


Planetas são corpos celestes que não tem luz própria, ou seja, dependem da energia irradiada de outros corpos, como as estrelas. O nosso sol é uma grande estrela que mantém todos os planetas, de Mercúrio a Plutão, além de possibilitar a vida terrestre. Os planetas que mais temos informações são os que compõem oficialmente o nosso sistema solar. Já foram detectados outros planetas, inclusive fora do nosso sistema, mas esses ainda estão sob pesquisa. Saiba mais sobre os planetas que fazem parte do nosso sistema solar.

Mercúrio: A maioria das pessoas, e mesmo astrônomos, passaram a vida toda sem ver mercúrio. Isso não porque o planeta seja particularmente opaco, mas porque, na condição de planeta mais próximo do Sol, nunca se distancia da sua luz ofuscante. Mercúrio é afetado pela proximidade do sol, orbitando em velocidade surpreendente. A superfície do planeta é árida, enrugada, repleta de crateras e bastante parecido com a Lua.

Vênus: O planeta é o irmão da Terra, já que tem quase o mesmo tamanho. Vênus é o mais quente dos planetas, apesar de não ser o mais próximo do Sol. Um efeito estufa poderoso afeta o planeta, fazendo com que o calor que o Sol irradia para Vênus permaneça em sua superfície e não volte para o espaço. As fotografias eu foram tiradas da sua superfície são fascinantes. É uma visão do inferno bíblico.

Terra: É a nossa casa. E muito mais do que isso. A Terra é o planeta mais especial de todo o sistema. Além de estar em intensa atividade e mudança física, tem vida e seus componentes básicos. A água, a atmosfera (protegendo das radiações), o clima, tudo contribui para a vida. Além disso, não podemos esquecer de seu satélite, a Lua, outro fator importante para a vida no planeta.

Marte: Por muitos anos, os astrônomos observaram Marte com a visão de que lá encontraríamos vida inteligente. Foi uma expectativa tão grande que muitas pessoas até hoje confundem extraterrestres com marcianos. Enfim, o planeta tem dias com a duração muito semelhante à nossa (apenas 41 minutos mais longo) e dois satélites: Fobos e Deimos.

Júpiter: O maior dos planetas, aliás, maior do que todos os outros juntos! A Terra caberia facilmente 1.300 vezes em seu espaço! Um gigante formado quase que exclusivamente de Hélio e Hidrogênio. Uma de suas características mais marcantes é a grande mancha vermelha, que na verdade é uma gigantesca tempestade de três vezes o tamanho da Terra. Vale a pena lembrar também que o planeta tem 16 luas, entre elas Europa, um mundo congelado que pode Ter um imenso oceano.

Saturno: Sem dúvida o mais belo dos planetas. Saturno sempre foi lembrado pelos seus anéis, que são a sua característica mais marcante. Os anéis são fileiras de minúsculas partículas que circulam em volta do planeta. Engana-se quem pensa que Saturno é o único planeta que tem anéis. Júpiter, Urano e Netuno também tem as camadas de poeira ao redor, porém nenhum com tanta espessura e brilho quanto os de Saturno. Provavelmente eles são resultado de colisões entre satélites. E isso não é o que falta para Saturno. Já foram confirmados 21 satélites e podem existir mais.

Urano: O planeta foi o primeiro a ser descoberto. Em 1781, Herschel avistou Urano, um belo planeta que tem seu eixo inclinado em 98º, o que significa que o planeta segue em sua órbita de lado. Possui 5 satélites, entre eles Miranda, Umbriel e Ariel.

Netuno: O planeta foi descoberto graças a matemática. Ingleses descobriram que Urano estava sendo puxado por alguma força desconhecida. Foram ver e lá encontraram Netuno, esse planeta irmão de Urano, com apenas 3% a menos de tamanho do que o esse. Uma curiosidade sobre Netuno é que uma de suas luas, Tritão, é o objeto mais frio do Sistema Solar. Sua temperatura é de –235ºC, o chamado de zero absoluto.

Plutão: O pequeno planeta é tão diferente dos outros que há poucos anos, astrônomos pensaram em desclassificá-lo, ou seja, não chamar mais Plutão de planeta. Plutão é o menor planeta do sistema solar, tem uma lua (Caronte) com a metade do seu tamanho e distância mínima, tem uma órbita muito inclinada em relação às dos outros planetas, chegando a entrar dentro da órbita de Netuno em algumas épocas.

Os gases do Efeito estufa


EFEITO ESTUFA

A atmosfera e as radiações solares

A atmosfera é uma camada de gases que forma uma região de contato entre a superfície terrestre e o espaço "sem matéria" do universo. A atmosfera é constituída de várias fases e desempenha um papel fundamental na interação da superfície terrestre com o espaço, absorvendo o bombardeamento de diversas partículas e também agindo como filtro das radiações solares incidentes.
As radiações emitidas pelo sol situam-se em praticamente todo o espectro conhecido das radiações eletromagnéticas, e o seu comportamento, quando incidem sobre a terra, é muito complexo. Estas radiações são basicamente absorvidas, refletidas e reemitidas em situações diversas pela atmosfera, pelos oceanos e pela superfície terrestre.
Uma parte desta radiação incidente é absorvida pela superfície da terra e reemitida sob forma também de radiação, porém na faixa das radiações infravermelho (ondas curtas – calor) e devido a esta característica é, também parcialmente, absorvida por alguns gases presentes na atmosfera, aumentando a sua temperatura.
A esta absorção de radiação infravermelha por determinados gases da atmosfera, com o consequente aumento da temperatura, chamamos de EFEITO ESTUFA, sendo este efeito responsável pela manutenção da vida na terra na forma como a conhecemos. Calcula-se que, na ausência destes Gases Efeito Estufa (GEE), a temperatura da terra seria aproximadamente 30°C menor do que a temperatura atual, comprometendo todos os ecossistemas existentes.


Os gases efeito estufa

Os principais gases efeito estufa são : dióxido de carbono – CO2; metano – CH4; óxido nitroso – N2O; hidrofluorcarbonetos – HFC; perfluorcarbonetos – PFC; hexafluoreto de enxofre – SF6. Sendo o CO2 responsável por aproximadamente 50% da composição atual dos GEE e somado ao metano e ao óxido nitroso, responsáveis por aproximadamente 60% dos GEE

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Cenoura


Origem

A cenoura pertence à “ família apiaceae seu nome científico é daucus carota L” trata-se de uma raiz milenar de origem asiática tuberosa e alaranjada, muito conhecida e utilizada desde a época dos gregos e romanos, inicialmente popularizou-se como planta medicinal na Europa, sendo posteriormente trazida para a América.

Tipos de cenoura

Existem várias espécies de cenouras variando a altura das plantas de 35 a 50 cm, com espessuras de 3 a 4 cm e comprimento entre 15 e 22 cm. A tonalidade varia também devido ao clima da região de plantio, as principais culturas são: Nantes, Kuroda, Brasília, Kuronan, Tropical, Prima, Nova Carandaí e Alvorada.
Todas as sementes citadas são comercializadas, mas o consumidor brasileiro tem preferência pela cenoura Nantes, por serem mais lisas e uniformes, sem raízes laterais, sem pigmentação verde ou roxa na parte superior e possuir uma coloração alaranjada intensa.

Propriedades Vitamínicas e medicinais

Possui vitaminas A, C, B2 e B3 é rica em betacaroteno, pouco calórica e com alto teor de fibras, importante para a visão, pele e mucosas, possuem ainda, sais minerais como fósforo, potássio, cálcio, sódio, manganês, níquel, cobre, iodo e magnésio. Tem ação antioxidante que combate aos radicais livres, atuando no desenvolvimento ósseo, possui ácido fólico essencial para o bom funcionamento dos sistemas nervoso e cardiovascular. Auxilia no trânsito intestinal, na redução dos níveis de colesterol do sangue, combate a fadiga, a anemia, má digestão, colite, cálculos biliares, cistite, gota, icterícia possui ação antibacteriana e diurética, age na eliminação de pedras tanto dos rins como da bexiga, e corrige problemas menstruais.
Seu suco diluído em água é excelente para o fígado e para o excessivo funcionamento da tireóide, embeleza e rejuvenesce a pele, protegendo-a contra o aparecimento precoce de rugas, fortalece também cabelos e unhas.

Destaque especial (cegueira noturna)

O uso regular da cenoura é particularmente importante para condutores de veículos, porque tanto o caroteno como a vitamina A estão intimamente associados à visão noturna. A retina do olho consome continuamente matérias clorofílicas amarelo-vermelhas para a formação de um pigmento intensamente vermelho, a púrpura retiniana. Este elemento é decisivamente importante para a capacidade de visão e adaptação à luminosidade. O consumo regular de cenouras aumenta essa capacidade da visão, ao passo que sua carência ocasiona a “cegueira noturna”.

Usos

Uma cenoura pequena ingerida crua ou na forma de saladas, bolos, sucos, cremes refogados e purês, já é suficiente para suprir às necessidades vitamínicas diária.
Importante observar que a cenoura não deve ser descascada, pois seu poder vitamínico está concentrado na superfície.

sábado, 23 de julho de 2011

Biotecnologia


Entende-se por biotecnologia o conjunto de técnicas que envolvem a manipulação de organismos vivos para a obtenção de produtos específicos ou modificação de produtos. A biotecnologia também utiliza o DNA em técnicas de DNA recombinante.

A origem desta palavra é grega: bio = vida; logos = conhecimento e tecnos = práticas em ciência.

Histórico

A biotecnologia é utilizada desde a antiguidade, na produção de pães e bebidas fermentadas, porém este era um processo muito artesanal. Hoje a biotecnologia utiliza técnicas e materiais de ultima geração. Com o aparecimento de estudos em microbiologia (fermentação de bebidas) e biologia molecular (cultura de tecidos), o conhecimento em manipulação de microorganismos e genes tornou possível a produção de diversos medicamentos e alimentos industrializados. Insulina produzida por bactérias geneticamente modificadas e produção de medicamentos a partir de anticorpos monoclonais são exemplos de avanços biotecnológicos.

Área de conhecimento

A biotecnologia engloba conhecimento das áreas de microbiologia, genética, bioquímica, biologia molecular, química e informática. A introdução da informática ajudou na evolução das técnicas permitindo a automação, demonstrando que a ciência e a tecnologia , quando trabalham juntas, trazem muitos benefícios á todos.

Benefícios

Muito do que comemos e utilizamos como medicamentos são obras da biotecnologia. Segundo a Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU, biotecnologia significa “qualquer aplicação tecnológica que use sistemas biológicos, organismos vivos ou derivados destes, para fazer ou modificar produtos ou processos para usos específicos.”

Na agricultura, é utilizada em grande escala a produção de organismo transgênicos: adição de um gene que codifica uma característica de interesse no genoma de outra planta. Este gene pode ser de um fungo, uma bactéria e ate de outra planta).

Podemos citar como produtos obtidos através da biotecnologia:

Agricultura
- Mudas de plantas, plantas transgênicas, adubos e pesticidas;

Alimentação
- Cerveja, vinho, pães e queijos

Indústria
- Metais, enzimas, biosensores, biogás, ácidos, etc.

Medicamentos
- Insulina, hormônio de crescimento e outros hormônios, antibióticos e vacinas.

Meio ambiente
- Puruficação da água, tratamento do esgoto e do lixo.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Vegetação


Vegetação é caracterizada como o conjunto de plantas de uma determinada região. Em razão da diversidade climática da Terra, com destaque para a variação da temperatura e umidade, existem coberturas vegetais distintas.

Os principais tipos de vegetação são: deserto, estepe, floresta de coníferas, floresta temperada, floresta tropical, savana, tundra, vegetação de montanha e vegetação mediterrânea.

Deserto: é a vegetação típica de regiões semiáridas, áridas e hiperáridas. A quantidade de chuva é baixíssima, fato que impossibilita o desenvolvimento de vida animal e de vegetação na maior parte dos desertos.

Estepe: o clima predominante é o temperado continental, comum na região central da América do Norte, centro-sul da América do Sul, Ásia Central, leste da Austrália e sul da África. A cobertura vegetal é composta por gramíneas e arbustos de pequeno porte.

Tundra: é a vegetação predominante no extremo norte do Hemisfério Setentrional. A vegetação é composta basicamente por capim e junco. Apresenta baixas temperaturas.


Floresta coníferas: comum das regiões de temperaturas baixas, cujo clima é continental frio ou polar. A maioria das árvores tem folhas em forma de agulha, sendo uma forma de não acumular neve, como, por exemplo, o pinheiro.

Floresta temperada: vegetação típica de regiões de clima temperado, apresentando as quatro estações do ano bem definidas: primavera, verão, outono e inverno. As principais espécies vegetais são carvalhos, faias e bordos.

Floresta tropical: compreende as regiões próximas à linha do Equador. A temperatura média, a umidade e a quantidade de chuvas são bastante elevadas. A fauna e a flora são diversificadas, como o que ocorre na floresta Amazônica, que é a maior floresta tropical do mundo.

Savana: também conhecida como cerrado, esse tipo de vegetação é comum na porção central da América do Sul, norte da América Central, além de áreas da Austrália e do continente africano. As árvores são de pequeno porte e têm o caule torto.

Vegetação de montanha: como o próprio nome diz, essa vegetação é comum em pontos elevados, tais como os Andes, Himalaia, entre outras regiões montanhosas. A vegetação é pouco diversificada, visto que o clima não é propício para o seu desenvolvimento.

Vegetação mediterrânea: a vegetação é composta por árvores de pequeno porte, como, por exemplo, oliveiras e sobreiros.

Créditos de Carbono


Créditos de carbono ou Redução Certificada de Emissões (RCE) são certificados emitidos para uma pessoa ou empresa que reduziu a sua emissão de gases do efeito estufa (GEE).

Por convenção, uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) corresponde a um crédito de carbono. Este crédito pode ser negociado no mercado internacional. A redução da emissão de outros gases, igualmente geradores do efeito estufa, também pode ser convertida em créditos de carbono, utilizando-se o conceito de Carbono Equivalente.

Comprar créditos de carbono no mercado corresponde aproximadamente a comprar uma permissão para emitir GEE. O preço dessa permissão, negociado no mercado, deve ser necessariamente inferior ao da multa que o emissor deveria pagar ao poder público, por emitir GEE. Para o emissor, portanto, comprar créditos de carbono no mercado significa, na prática, obter um desconto sobre a multa devida.

Acordos internacionais como o Protocolo de Kyoto determinam uma cota máxima de GEE que os países desenvolvidos podem emitir. Os países, por sua vez, criam leis que restringem as emissões de GEE. Assim, aqueles países ou indústrias que não conseguem atingir as metas de reduções de emissões, tornam-se compradores de créditos de carbono. Por outro lado, aquelas indústrias que conseguiram diminuir suas emissões abaixo das cotas determinadas, podem vender, a preços de mercado, o excedente de "redução de emissão" ou "permissão de emissão" no mercado nacional ou internacional.

Os países desenvolvidos podem estimular a redução da emissão de gases causadores do efeito estufa (GEE) em países em desenvolvimento através do mercado de carbono, quando adquirem créditos de carbono provenientes destes últimos.

Tipos de mercado

A depender contexto do mercado, os tipos de créditos e a forma de comercialização, os preços variam.

O mercado de carbono e o Protocolo de Kyoto

A preocupação com o meio ambiente levou os países da Organização das Nações Unidas a assinarem um acordo que estipulasse controle sobre as intervenções humanas no clima. Este acordo nasceu em dezembro de 1999 com a assinatura do Protocolo de Kyoto. Desta forma, o Protocolo de Kyoto determina que países desenvolvidos signatários, reduzam suas emissões de gases de efeito estufa em 5,2%, em média, relativas ao ano de 1990, entre 2008 e 2012. Esse período é também conhecido como primeiro período de compromisso. Para não comprometer as economias desses países, o protocolo estabeleceu que parte desta redução pode ser feita através de negociação com nações através dos mecanismos de flexibilização.

Um dos mecanismos de flexibilização é o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). O crédito de carbono do MDL é denominado Redução Certificada de Emissão (RCE) - ou em inglês, Certified Emission Reductions (CER).

Uma RCE corresponde a uma tonelada de Dióxido de carbono equivalente.

Mais informações sobre o processo de geração de CERs e o processo de certificação dos mesmos é apresentado no artigo sobre Mecanismo de Desenvolvimento Limpo.
[editar] O mercado da União Europeia

Os países da União Europeia fizeram um acordo para diminuir emissões de GEE no período entre 2002 e 2007, ou seja, além da diminuição de emissões de GEE entre 2008 e 2012 do Protocolo de Kyoto, esses países desenvolveram outras metas para o período anterior ao Protocolo de Kyoto. O Mercado resultante tem o nome de Regime Comunitário de Licenças de Emissão da União Europeia.

As permissões de emissões das diferentes indústrias podem ser negociadas entre elas. Créditos obtidos a partir de projectos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) também podem ser usados para diminuir partes das emissões.
[editar] Os mercados voluntários

Grupos e sectores que não precisam diminuir suas emissões de acordo com o Protocolo de Kyoto ou empresas localizadas em países não signatários do Protocolo de Kyoto (como as empresas estadounidenses), tem a alternativa de comercializar reduções de emissões nos chamados mercados voluntários.

Um exemplo de mercado voluntário é o Chicago Climate Exchange (Bolsa do Clima de Chicago).

GEE e os créditos de carbono

Uma tonelada de CO2 equivalente corresponde a um crédito de carbono.

O CO2 equivalente é o resultado da multiplicação das toneladas emitidas do GEE pelo seu potencial de aquecimento global. O potencial de aquecimento global do CO2 foi estipulado como 1. O potencial de aquecimento global do gás metano é 21 vezes maior do que o potencial do CO2, portanto o CO2 equivalente do metano é igual a 21. Portanto, uma tonelada de metano reduzida corresponde a 21 créditos de carbono.

Potencial de aquecimento global dos GEE:

* CO2 - Dióxido de Carbono = 1
* CH4 - Metano = 21
* N2O - Óxido nitroso = 310
* HFCs - Hidrofluorcarbonetos = 140 ~ 11700
* PFCs - Perfluorcarbonetos = 6500 ~ 9200
* SF6 - Hexafluoreto de enxofre = 23900


Contraponto

Algumas correntes defendem a idéia de que os créditos de carbono acabam favorecendo mais ao mercado do que ao ambiente, e outras defendem a idéia de que os mesmos são certificados que autorizam aos países desenvolvidos o direito de poluir. No entanto, cada país tem uma cota máxima de créditos de carbono que pode comprar para cumprir as metas do Protocolo de Kyoto; portanto, o assim chamado "direito de poluir" é limitado.

Para o crédito de carbono as tecnologias reclamadas, pelas nações interessadas, devem passar por uma analise a nível universitário para que fique provado (matematicamente) o que foi ou não lançado na atmosfera.
[editar] Observações

Definição de Créditos de Carbono e das condições para que uma diminuição das emissões ou aumento no sequestro de carbono sejam convertidos em Créditos de Carbono, ou seja em produto de base: conferir Artigo 12.º do Protocololo de Kyoto à Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mundanças no Clima.

O Artigo 12.º, institui o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo. O parágrafo 5.º define que "As reduções de emissões resultantes de cada atividade de projeto devem ser certificadas por entidades operacionais a serem designadas pela Conferência das Partes na qualidade de reunião das Partes deste Protocolo, com base em:

* a)participação voluntária aprovada por cada Parte envolvida;
* b)benefícios reais, mensuráveis e de longo prazo relacionados com a mitigação da mudança do clima, e
* c)reduções de emissões que sejam adicionais as que ocorreriam na ausência da atividade certificada de projeto.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Animais em extinção no Brasil


Lista de mamíferos do Brasil ameaçados de extinção



Bradypus torquatus Desmarest, 1816 – preguiça-de-coleira

Priodontes maximus Kerr, 1792 – tatu-canastra

Tolypeutes tricinctus (Linnaeus, 1758) – tatu-bola

Myrmecophaga tridactyla Linnaeus, 1758 – tamanduá-bandeira

Callithrix argentata leucippe (Thomas, 1922) – sagüi-branco

Callithrix aurita (É. Geoffroy, 1812) – sagüi-da-serra-escuro

Callithrix flaviceps (Thomas, 1903) – sagüi-da-serra

Callithrix humeralifer (É. Geoffroy, 1812) – sagüi-de-santarém

Leontopithecus caissara Lorini & Persson, 1990 – mico-leão-de-cara- preta

Leontopithecus chryssomelas (Kuhl,, 1820) – mico-leão-de-cara-dourada

Leontopithecus chrysopygus (Mikan, 1823) – mico-leão-preto

Leontopithecus rosalia (Linnaeus, 1766) – mico-leão-dourado

Saguinus bicolor (Spix, 1823) – sagüi-de-duas-cores

Saguinus imperator (Goeldi, 1907) – bigodeiro

Callimico goeldii (Thomas, 1904) – mico-de-goeldi

Alouatta belzebul belzebul (Linnaeus, 1766) – guariba-preto

Allouatta fusca (É. Geoffroy, 1812) – bugio

Ateles belzebuth É. Geoffroy, 1806 – macaco-aranha

Ateles paniscus (Linnaeus, 1758) – macaco-aranha-preto

Brachyteles arachnoides (É. Geoffroy, 1806) – mono-carvoeiro

Lagothrix lagotricha (Humboldt, 1812) – macaco-barrigudo

Callicebus personatus (É. Geoffroy, 1812) – guigó

Cebus apella xanthosternos (Wied, 1820) – macaco-prego-do-peito-amarelo

Saimiri vanzolinii Ayres, 1985 – macaco-de-cheiro

Cacajao calvus (I. Geoffroy, 1847) – uacari

Cacajao melanocephalus (Humboldt, 1812) – uacari-preto

Chiropotes albinasus (I. Geoffroy & Deville, 1848) – cuxiú-de-nariz-branco

Chiropotes satanas satanas (Hoffmannsegg, 1807) – cuxiú-preto

Chiropotes satanas utahicki Hershkovitz, 1985 – cuxiú

Pithecia albicans Gray, 1860 – parauacu-branco

Atelocynus microtis (Sclater, 1882) – cachorro-do-mato-de-orelha-curta

Chrysocyon brachyurus (Illiger, 1815) – lobo-guará

Speothos venaticus (Lund, 1842) – cachorro-do-mato-vinagre

Felis colocolo Molina, 1810 – gato-palheiro

Felis concolor Linnaeus, 1771 – onça-parda

Felis pardalis Linnaeus, 1758 – jaguatirica

Felis tigrina Schreber, 1775 – gato-do-mato

Felis wiedii Schins, 1821 – gato-maracajá



Panthera onca (Linnaeus, 1758) – onça-pintada

# Lutra longicaudis (olfers, 1818) – lontra
# Pteronura brasiliensis (Gmelin, 1788) – ariranha
# Mustela africana Desmarest, 1818 – doninha-amazônica
# Eubalaena australis (Desmoulins, 1822) – baleia-franca
# Megaptera novaeangliae (Borowski, 1781) – jubarte
# Pontoporia blainvillei (Gervais e d’Orbigny, 1844) – toninha
# Trichechus inunguis (Natterer, 1883) – peixe-boi
# Trichechus manatus Linnaeus, 1758 – peixe-boi marinho

Blastocerus dichotomus (Illiger, 1815) – cervo-do-pantanal *

# Odocoileus virginianus (Zimmermann, 1780) – cariacu
# Ozotocerus bezoarticus (Linnaeus, 1758) – veado-campeiro
# Abrawayaomys ruschii Cunha & Cruz, 1979
# Juscelinomys candango Moojen, 1965
# Kunsia tomentosus (Lichtenstein, 1830)
# Phaenomys ferrugineus (Thomas, 1894)
# Rhagomys rufescens (Thomas, 1886)
# Wilfredomys oenax (Thomas, 1928)
# Chaetomys subspinosus (Olfers, 1818) – ouriço-preto

Fonte:"Livro Vermelho dos mamíferos brasileiros ameaçados de extinção". Fundação Biodiversitas


Lista oficial do Ibama

MAMMALIA
PRIMATES

# Alouatta belzebul belzebul (Linnaeus, 1766). Família CEBIDAE - guariba.

Alouatta fusca (E. Geoffroy, 1812). Família CEBIDAE - barbado, guariba.

# Ateles belzebuth (E. Geoffoy, 1806). Família CEBIDAE. - macaco-aranha.
# Ateles paniscus (Linnaeus, 1758). Família CEBIDAE. - macaco-aranha.
# Brachyteles arachnoides (E. Geoffoy, 1806). Família CEBIDAE. - muriqui, mono-carvoeiro.
# Cacajao calvus (I. Geoffroy, 1847). Família CEBIDAE. - uacari.
# Cacajao melanocephalus (Humboldt, 1812). Família CEBIDAE - uacari-preto.
# Callicebus personatus (E. Geffroy, 1812). Família CEBIDAE - guigó, sauá.
# Callimico goeldii (Thomas, 1904). Família CALLIMICONIDAE. - calimico.
# Callithrix argentata leucippe (Thomas, 1922). Família CALLITRICHIDAE - sagui.
# Callithrix aurita (Hulboldt, 1812). Família CALLITRICHIDAE - sagui-de-serra-escuro.
# Callithrix flaviceps (Thomas, 1903). Família CALLITRICHIDAE - sagui-da-serra.
# Callithrix humeralifer (E. Geoffroy, 1812). Família CALLITRICHIDAE - sagui.
# Cebus apella xanthosternos (Wied, 1820). Família CEBIDAE - macaco-prego-do-peito-amarelo.
# Chiropotes albinasus (I. Geoffroy & Daville, 1848). Família CEBIDAE - cuxiu-de-nariz-branco.
# Chiropotes satanas utahicki (Hershkovitz, 1985). Família CEBIDAE - cuxiu.
# Chiropotes satanas satanas (Hoffmannesegg, 1807). Família CEBIDAE - cuxiu.
# Lagothrix lagotricha (Humboldt, 1812). Família CEBIDAE - barrigudo.
# Leontopithecus chrysomelas (Kubl, 1620). Família CALLITRICHIDAE - mico-leão-de-cara-dourada.
# Leontopithecus chrysopygus (Mycan, 1823). Família CALLITRICHIDAE - mico-Ieão-preto.
# Leontopithecus rosalia (Linnaeus, 1766). Família CALLITRICHIDAE. - mico- leão-dourado, sagui-piranga.
# Pithecia albicans (Gray, 1860). Família CEBIDAE - parauacú-branco.
# Saguinus bicolor (Spix, 1823). Família CALLITRICHIDAE - soim-de-coleira.
# Saguinus imperator (Goeldi, 1907). Família CALLITRICHIDAE - sagui-bigodeiro.
# Saimiri vanzolinii (Ayres, 1985). Família CEBIDAE - mico-de-cheiro.


CARNIVORA

# Atelicynus microtis (Sclater, 1883). Família CANIDAE - cachorro-do-mato-de-orelha-curta.
# Chrysocyon brachyurus (Illiger, 1815). Família CANIDAE - lobo-guará, lobo-vermelho.
# Felis colocolo (Molina, 1810). Família FELIDAE - gato-palheiro.

Felis concolor (Linnaeus, 1771). Família FELIDAE - sussuarana, onça-parda.

# Felis geoffroyi (d'Orbigny & Gervais, 1844). Família FELIDAE - gato-do-mato.
# Felis pardalis (Linneaus, 1758). Família FELIDAE - jaguatirica.
# Felis tigrina (Schreber, 1775). Família FELIDAE - gato-do-mato.
# Felis wiedii (Schinz, 1921). Família FELIDAE - gato-do-mato, maracajá.
# Grammogale africana (Demarest, 1818). Família MUSTELIDAE - doninha-amazônica.
# Lutra longicaudis (Olfers, 1818). Família MUSTELIDAE - lontra.
# Panthera onca (Linneaus, 1758). Família FELIDAE. - onça-pintada, pintada, canguçu, onça-canguçu, jaguar-canguçu.

Pteronura brasiliensis (Gmelin, 1788). Família MUSTELIDAE - ariranha.

# Speothos venaticus (Lund, 1842). Família CANIDAE - cachorro-do-mato-vinagre.

XENARTHRA

# Bradypus torquartus (Desmarest, 1816). Família BRADYPODIDAE - preguiça-de-coleira.
# Mymercophaga tridactyla (Linnaeus, 1758). Família MYMERCOPHAGIDAE - tamanduá-bandeira.
# Priodontes maximus (Kerr, 1792). Família DASYPODIDAE - tatu-canastra, tatuaçu.
# Tolypeutes tricinctus (Linnaeus, 1758). Família DASYPODIDAE - tatu-bola, tatuapara.

SIRENIA

# Trichechus inunguis (Natterer, 1883). Família TRICHECHIDAE - peixe-boi, guarabá.
# Tiichechus manatus (Linnaeus, 1758). Família TRICHECHIDAE - peixe-boi, peixe-boi-marinho, manati.

CEATACEA

# Eubalena australis (Desmoulins, 1822). Família BALAENIDAE - baleia-franca, baleia-franca-austral.
# Megaptera novaeangliae (Borowaki, 1781). Família BALAENOPTERIDAE - jubarte.
# Potonporia blainvillei (Gervais & d'Orbigny, 1844). Família PONTOPORIDAE - toninho, boto-cachimbo.

RODENTIA

# Abrawayaomys ruschii (Cunha & Cruz, 1979). Família CRICETIDAE.
# Chaetomys subspinosus (Olfers, 1818). Família ERETHIZONTIDAE - ouriço-preto.
# Juscelinomys candango (Moojen, 1965). Família CRICETIDAE.
# Kunsia tomentosus (Lichtenstein, 1830). Família CRICETIDAE.
# Phaenomys ferrugineus (Thomas, 1894). Família CRICETIDAE - rato-do-mato-ferrugíneo.
# Rhagomys rufescens (Thomas, 1886). Família CRICETIDAE - rato-do-mato-laranja.

ARTIODACTYLA

# Blastocerus dichotomus (Illiger, 1815). Família CERVIDAE - cervo-do-pantanal.
# Odocolleus virginianus (Zimmermann, 1780). Família CERVIDAE - caricau.
# Ozotocerus bezoarticus (Linnaeus, 1758). Família CERVIDAE - veado-campeiro.

AVES
TINAMIFORMES

# Crypturellus noctivagus (Wied, 1820). Família TINAMIDAE - jão-do-sul, zabelê, juó.
# Nothura minor (Spix, 1825). Família TINAMIDAE - codorna-mineira, codorna-buraqueira, buraqueira.
# Taoniscus nanus (Tomminck, 1815). Família TINAMIDAE - codorna-buraqueira, perdigão, inhambú-carapé.
# Tinamus solitarius (Vieillot, 1819). Família TINAMIDAE - macuco, macuca.

CICONIIFORMES

# Eudocimus ruber (Linnaeus, 1758). Família THRESKIORNITHIDAE - guará.
# Tigrisoma fasciatum fasciatum (Such, 1825). Família ARDEIDAE - socó-boi.

PHOENICOPTERIFORMES

# Phoenicopterus ruber (Linnaeus, 1758). Família PHOENICOPTERIDAE - ganso-do-norte, ganso-cor-de-rosa, maranhão, flamingo

ANSERIFORMES

# Mergus octosetaceus (Vieillot, 1817). Família ANATIDAE - mergulhão, patão, pato-mergulhão.

FALCONIFORMES

# Accipiter poliogaster (Temminck, 1824). Família ACCIPITRIDAE - tauató-pintado, gavião-pombo-grande.
# Falco deiroleucus (Temminck, 1825). Família FALCONIDAE - falcão-de-peito-vermelho.
# Harpia harpyja (Linnaeus, 1758). Família ACCIPITRIDAE - gavião-real, gavião-de-penacho, uiraçu-verdadeiro, cutucurim, harpia.
# Harpyhaliaetus coronatus (Vieillot, 1817). Família ACCIPITRIDAE - águia-cinzenta.
# Leucopternis lacemulata (Temminck, 1827). Família ACCIPITRIDAE - gavião-pomba.
# Leucopternis polionota (Kaup, 1847). Família ACCIPITRIDAE - gavião-pomba.
# Morphnus guianensis (Daudin, 1800). Família ACCIPITRIDAE - gavião-de-penacho, uiraçu-falso.
# Spizastur melanoleucus (Vieillot, 1816). Família ACCIPITRIDAE - gavião-preto, apacamim, gavião-pato.

GALLIFORMES

# Crax blumerbachii (Spix, 1825). Família CRACIDAE - mutum-do-sudeste.
# Crax fasciolata pinima (Pelzein, 1870). Família CRACIDAE - mutum-de-penacho, mutum-pinima.
# Mitu mitu mitu (Linnaeus, 1766). Família CRACIDAE - mutum-cavalo, mutum-êtê, mutum-da-várzea, mutum-piry, mutum-do-nordeste.
# Penelope jacucaca (Spix, 1825). Família CRACIDAE - jacucaca.
# Penelope obscura bronzina (Hellmayr, 1914). Família CRACIDAE - jacoguossu, jacuaçu.
# Penelope ochrogaster (Pelzein,1870). Família CRACIDAE - jacu-de-barriga-castanha.
# Pepile jacutinga (Spix, 1825). Família CRACIDAE - jacutinga.

CHARADRIIFORMES

# Numenius borealis (Forator, 1772). Família SCOLOPACIDAE - maçarico-esquimó.

COLUMBIFORMES

# Claravis godefrida (Temminck, 1811). Família COLUMBIDAE - pararu, pomba-de-espelho.
# Columbina cyanopis (Pelzeln, 1870). Família COLUMBIDAE - rolinha-de-planalto, rolinha-do-Brasil-central.

PSITTACIFORMES

# Amazona brasiliensis (Linnaeus, 1758). Família PSITTACIDAE - papagaio-de-cara-roxa, chauá.
# Amazona pretrei (Temminck, 1830). Família PSITTACIDAE - chorão, charão, papagaio-da-serra, serrano.
# Amazona rhodocorytha (Salvatori, 1890). Família PSITTACIDAE - chauá-verdadeiro, jauá, acumatanga, camutanga.
# Amazona vinacea (Kuhl, 1820). Família PSITTACIDAE - papagaio-de-peito-roxo, papagaio-caboclo, papagaio-curraleiro, jurueba.
# Anodorhynchus glaucus(*) (Vieillot, 1816). Família PSITTACIDAE - arara-azul-pequena.

Anodorhyncus hyacinthinus (Lalham, 1720). Família PSITTACIDAE - arara-azul-de-lear-grande, araraúna.

# Anodorhyncus leari (Bonaparte, 1857). Família PSITTACIDAE - arara-azul-de-lear.
# Aratinga guarouba (Gmelin, 1877). Família PSITTACIDAE - guaruba, ararajuba.

Cyanopsitta spixii (Wagler, 1832). Família PSITTACIDAE - ararinha-azul.

# Pyrihura cruentala (Wied, 1820). Família PSITTACIDAE - tiriba, fura-mato, cara-suja.
# Pyrihura leucotis (Kuhl, 1820). Família PSITTACIDAE - fura-pato, tiriba-de-orelha-branca.
# Touit melanonota (Wied, 1820). Família PSITTACIDAE - apuim-de-cauda-vermelha.
# Touit surda (Kuhl, 1820). Família PSITTACIDAE - apuim-de-cauda-amarela.
# Triclaria malachitacea (Spix, 1824). Família PSITTACIDAE - sabiá-cica, araçu-aíava.

CUCULIFORME

# Neomorphus geoffroyi dulcis (Snethlage, 1927). Família CUCULIDAE - aracuão, jacu-molambo, jucu-porco, jacu-verde, jacu-taquara.
# Neomorphus geoffroyi geoffroyi (Temminck, 1820). Família CUCULIDAE - jacu-estalo.

CAPRIMULGIFORMES

# Caprimulgos candicans (Pelzeln, 1867). Família CAPRIMULGIDAE - bacurau, rato-branco.
# Eleothreptus anomalus (Gould, 1837). Família CAPRIMULGIDAE - curiangu-do-banhado.
# Macropsalis creagra (Bonaparte, 1850). Família CAPRIMULGIDAE - bacurau, tesoura-gigante.
# Nyctibius leocopterus (Wied, 1821). Família NYCTIBIIDAE - mãe-da-lua.

APODIFORMES

# Phaethomis superciliosus margaretae (Ruschi, 1972). Família TROCHILIDAE - besourão-de-rabo-branco.
# Ranphodon dohrnii (Boucier & Mulsant, 1852). Família TROCHILIDAE - balança-rabo-canela, beila-flor-de-Dohm, besourão.

PICIFORMES

# Campephylus robustus (Lichtenstein, 1819). Família PICIDAE - pica-pau-rei.
# Celeus torquatus tinnunculus (Wagler, 1829). Família PICIDAE - poca-pau-de-coleira.
# Dryocopus galeatus (Temminck, 1822). Família PICIDAE - piuca-pau-de-cara-amarela.
# Jacamaralcyon tridactyla (Vieillot, 1817). Família GALBULIDAE - cuitelão, bicudo, violeiro.

PASSERIFORMES

# Amaurospiza moesta (Hartlaub, 1853). Família EMBERIZIDAE - negrinho-do-mato.
# Alecrituros risoria (Vieillot, 1824). Família TYRANNIDAE - galito, tesoura-de-campo, bandeira-do-campo.
# Anthus nattereri (Sclater, 1878). Família MOTTACILLIDAE - caminheiro-grande.
# Calyptura cristata(*) (Vieillot, 1818). Família CONTINGIDAE - tietê-de-coroa.
# Carduelis yarrellii (Audubon, 1839). Família EMBERIZIDAE - coroinha, pintassilgo-do-nordeste.
# Carpornis melanocephalus (Wied, 1820). Família CONTINGIDAE - sabiá-pimenta.
# Cercomacra carbonaria (Sclater & Salvin, 1873). Família FORMICARLIDAE.
# Clibanornis dendrocolaptoides (Pelzeln, 1859). Família FURNARIIDAE.
# Conothraupis mesoleuca (Berlioz, 1939). Família ENERIZIDAE.
# Cotinga maculata (Müller, 1776). Família COTINGIDAE - crejoá, quiruá, catingá.
# Culioivora caudacuta (Vieillot, 1818). Família TYRANNIDAE - papa-moscas-do-campo.
# Curaeus forbesi (Sclater, 1886). Família ICTERIDAE - anumará.
# Daonis nigripes (Pelzeln, 1856). Família EMBERIZIDAE - saí-de-pernas-pretas.
# Formicivora erythronotos (Hartlaub, 1852). Família FORMICARIIDAE.
# Formicivora iheringi (Hellmayr, 1909). Família FORMICARIIDAE - papa-formiga.
# Gubernatrix cristata (Vieillot, 1817). Família EMBERIZIDAE - cardeal-amarelo.
# Hemitriccus aenigma (Zimmer, 1940). Família TYRANNIDAE.
# Hemitriccus furcatus (Lafresnaye, 1846). Família TYRANNIDAE - papa-moscas-estrela.
# Hemitriccus kaempferi (Zimmer, 1953). Família TYRANNIDAE.
# Herpsilochmus pectoralis (Sclater, 1857). Família FORMICARIIDAE.
# Lodopleuta pipra (Lesson, 1831). Família COTINGIDAE - anambezinho.
# Lipaugus lanioides (Lesson, 1844). Família COTINGIDAE - sabiá-da-mata-virgem, sabiá-do-mato-grosso, sabiá-da-serra, virussu, tropeiro-da-serra.
# Megaxenops parnaguae (Reiser, 1905). Família FURNARIIDAE - bico-virão-de-catinga.
# Merulaxis stresemanni (Sick, 1960). Família RHINOCHYPTIDAE.
# Myadestes leucogenys (Cabanis, 1851). Família TURDIDAE - sabiá-castanho.
# Mirmeciza ruficauda (Wied, 1831). Família FORMICARIIDAE.
# Mirmeciza stictothorax (Todd, 1927). Família FORMICARIIDAE.
# Mymortherula minor (Salvatoti, 1867). Família FORMICARIIDAE. Nome popular: choquinha.
# Neimosia rourei (Cabanis, 1870). Família EMBERIZIDAE - saira-apunhalada.
# Oryzorobus maximiliani (Cabanis, 1851). Família EMBERIZIDAE - bicudo, bicudo-verdadeiro, bicudo-preto.
# Phibaiura fiavirostris (Vieillot, 1816). Família COTINGIDAE - tesourinha.
# Phylloscartes ceciliae (Teixeira, 1987). Família TYRANNIDAE.
# Phylloscartes roquettei (Shethiage, 1928). Família TYRANNIDAE.
# Philydor novaesi (Teixeira & Gonzaga, 1983). Família FURNARIIDAE.
# Piprites pileatus (Temminck, 1822). Família COTINGIDAE - cameleirinho-de-chapéu-preto.
# Platyrinchus leucoryphus (Wied, 1831). Família TYRANNIDAE - patinho-gigante.
# Poecilurus Kollari (Pelzein, 1856). Família FURNARIIDAE.
# Poospiza cinerea (Bonaparte, 1850). Família EMBERIZIDAE - andorinha-do-oco-do-pau, capacetinho-do-oco-do-pau.
# Procnias averano averano (Ilermann, 1783). Família COTINGIDAE - araponga-do-nordeste, guiraponga.
# Pyriglena atra (Swainson, 1625). Família FORMICARIIDAE - papa-formigas.
# Pyroderus scutatus scutatus (Shaw, 1792). Família COTINGIDAE - pavoa, pavão, pavó, pavão-do-mato.
# Rhopornis ardesiaca (Wied, 1831). Família FORMICARIIDAE - papa-formigas-de-gravatá.
# Scytalopus novacapitalis (Sick, 1958). Família RHINOCRYPTIDAE.
# Sporophila falcirostris (Temminck, 1820). Família EMBERIZIDAE - papa-capim, cigarra-verdadeira.
# Sporophila frontalis (Verreaux, 1869). Família EMBERIZIDAE - pichochó, papa-arroz.
# Sporophila palustris (Barrows, 1883). Família EMBERIZIDAE - caboclinho-de-papo-branco.
# Sturnella defilipii (Bonaparte, 1851). Família ICTERIDAE - peito-verrnelho-grande.
# Synallaxis infuscata (Pinto, 1950). Família FURNARIIDAE.
# Tangara fastuosa (Lesson 1831). Família EMBERIZIDAE - pintor-verdadeiro.
# Terenura sicki (Teixeira & Gonzaga, 1983). Família FORMICARIIDAE.
# Thamnomanes lumbeus (Wied, 1831). Família FORMICARIIDAE.
# Thripophaga macroura (Wied, 1821). Família FURNARIIDAE - rabo-amarelo.
# Xanthopsar flavus (Gmelin, 1788). Família ICTERIDAE - pássaro-preto-de-haste-amarela.
# Xiphocolaptes falcirostris (Spix, 1824). Família DENDROCOLAPTIDAE - arapaçu-do-nordeste.
# Xiphocolaptes franciscanus (Sneethlage, 1927). Família DENDROCOLAPTIDAE. Nome popular: arapaçu.
# Xipholena atropurpurea (Wied, 1820). Família COTINGIDAE - anambé-de-asa-branca, cotinga, ferrugem.

REPTILIA
CHELONIA

# Caretta caretta (Linnaeus, 1758). Família CHELONIDAE - cabeçuda, tartaruga-meio-pente.
# Chelonia mydas (Linnaeus, 1758). Família CHELONIDAE - tartaruga-verde.
# Dermochelys coriacea (Linnaeus, 1758). Família DERMOCHELYDAE. Nome popular: tartaruga-de-couro, tartaruga-gigante, tartaruga-de-pele.
# Eretmochelys imbricata (Linnaeus, 1766). Família CHELONIDAE - tartaruga-de-pente.
# Lepidochelys olivacea (Enchscholtz, 1829). Família CHELONIDAE.
# Phrynops hogei (Mertens, 1957). Família CHELONIDAE.

SQUAMATA

# Lachesis muta rhombeata (Wied, 1825). Família VIPERIDAE - surucu-pico-do-jaca, surucucu.

CROCODILIA

# Caiman latirostris (Daudin, 1802). Família CROCODILIDAE - jacaré-de-papo-amarelo.
# Melanosuchus niger (Spix, 1825). Família CROCODILIDAE - jacaréaçu.

4. 0 - AMPHIBIA

# Paratelmatobius gaiageae (Cochran, 1938). Família LEPTODACTYLIDAE.

INSECTA
LEPIDOPTERA - Borboleta

# Dasyophthalma vertebralis(*) (Butler, 1969). Família NYMPHALIDAE.
# Eresia orysice(*) (Geyer, 1832). Família NYMPHALIDAE.
# Eurytides iphitas(*) (Hubner, 1821). Família PAPILIONIDAE.
# Eurytides lysithous harrisianus (Swainson,1822). Família NYMPHALIDAE.
# Eutresis hypereia imeriensis (Brown, 1977). Família NYMPHALIDAE.
# Heliconius nattereii (Felder&Felder,1865). Família NYMPHALIDAE.
# Hyalyris fiammctta(*) (Hewitson, 1852). Família NYMPHALIDAE.
# Hyalyris leptalina leptalina(*) (Felder & Felder, 1865). Família NYMPHALIDAE.
# Hypoleria fallens (Haensch, 1905). Família NYMPHALIDAE.
# Hypoleria mulviana (D'Almeida, 1958). Família NYMPHALIDAE.
# Hypothyris mayl (D'Almeida, 1945). Família NYMPHALIDAE.
# Joiceya praeclara (Talbot, 1928). Família LICAENIDAE.
# Mechanitis bipuncta (Forbes, 1948). Família NYMPHALIDAE.
# Melinaea mnasias (Hewitson, 1855). Família NYMPHALIDAE.
# Huschoneura methymna (Godart, 1819). Família PIERIDAE.
# Napeogenes cyrianassa xanthone (Bates,1862). Família NYMPHALIDAE.
# Orobrassolis orhamentalis (Stichel, 1906). Família NYMPHALIDAE.
# Papilio himeros himeros (Hopffer, 1866). Família PAPILIONIDAE.
# Papilio himeros baia (Rothschild & Jordan, 1906). Família PAPILIONIDAE.
# Papilio zagreus zagreus (Doubleday, 1847). Família PAPILIONIDAE.
# Papilio zagreus neyi (Niepelt, 1909). Família PAPILIONIDAE.
# Papilio zagreus bedoci (LeCerf, 1925). Família PAPILIONIDAE.
# Parides asceanius (Cramer, 1775). Família PAPILIONIDAE.
# Parides lysander mattogrossensis (Talbot, 1928). Família PAPILIONIDAE.
# Perrhybris flava (Oberthur, 1895). Família PIERIDAE.
# Scada Karschina delicata (Talbot, 1932). Família NYMPHALIDAE.

ODONATA - Libélula

# Leptagrion dardanoi (Santos, 1968). Família COENAGRIONIDAE.
# Leptagrion siqueirai (Santos, 1968). Família COENAGRIONIDAE.
# Mecistogaster asticta (Selys, 1860). Família PSEUDOSTIGMATIDAE.
# Mecistogaster pronoti(*) (Sjoestedl, 1918). Família PSEUDOSTIGMATIDAE.

ONYCHOPHORA

# Peripatus acacioi (Marcus & Marcus, 1955). Família PERIPATIDAE.

CNIDARIA

# Millepora nitidae (Verreill, 1868). Família MILLEPORIDAE. Nome popular: coral-de-fogo.