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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Os Planetas


Planetas são corpos celestes que não tem luz própria, ou seja, dependem da energia irradiada de outros corpos, como as estrelas. O nosso sol é uma grande estrela que mantém todos os planetas, de Mercúrio a Plutão, além de possibilitar a vida terrestre. Os planetas que mais temos informações são os que compõem oficialmente o nosso sistema solar. Já foram detectados outros planetas, inclusive fora do nosso sistema, mas esses ainda estão sob pesquisa. Saiba mais sobre os planetas que fazem parte do nosso sistema solar.

Mercúrio: A maioria das pessoas, e mesmo astrônomos, passaram a vida toda sem ver mercúrio. Isso não porque o planeta seja particularmente opaco, mas porque, na condição de planeta mais próximo do Sol, nunca se distancia da sua luz ofuscante. Mercúrio é afetado pela proximidade do sol, orbitando em velocidade surpreendente. A superfície do planeta é árida, enrugada, repleta de crateras e bastante parecido com a Lua.

Vênus: O planeta é o irmão da Terra, já que tem quase o mesmo tamanho. Vênus é o mais quente dos planetas, apesar de não ser o mais próximo do Sol. Um efeito estufa poderoso afeta o planeta, fazendo com que o calor que o Sol irradia para Vênus permaneça em sua superfície e não volte para o espaço. As fotografias eu foram tiradas da sua superfície são fascinantes. É uma visão do inferno bíblico.

Terra: É a nossa casa. E muito mais do que isso. A Terra é o planeta mais especial de todo o sistema. Além de estar em intensa atividade e mudança física, tem vida e seus componentes básicos. A água, a atmosfera (protegendo das radiações), o clima, tudo contribui para a vida. Além disso, não podemos esquecer de seu satélite, a Lua, outro fator importante para a vida no planeta.

Marte: Por muitos anos, os astrônomos observaram Marte com a visão de que lá encontraríamos vida inteligente. Foi uma expectativa tão grande que muitas pessoas até hoje confundem extraterrestres com marcianos. Enfim, o planeta tem dias com a duração muito semelhante à nossa (apenas 41 minutos mais longo) e dois satélites: Fobos e Deimos.

Júpiter: O maior dos planetas, aliás, maior do que todos os outros juntos! A Terra caberia facilmente 1.300 vezes em seu espaço! Um gigante formado quase que exclusivamente de Hélio e Hidrogênio. Uma de suas características mais marcantes é a grande mancha vermelha, que na verdade é uma gigantesca tempestade de três vezes o tamanho da Terra. Vale a pena lembrar também que o planeta tem 16 luas, entre elas Europa, um mundo congelado que pode Ter um imenso oceano.

Saturno: Sem dúvida o mais belo dos planetas. Saturno sempre foi lembrado pelos seus anéis, que são a sua característica mais marcante. Os anéis são fileiras de minúsculas partículas que circulam em volta do planeta. Engana-se quem pensa que Saturno é o único planeta que tem anéis. Júpiter, Urano e Netuno também tem as camadas de poeira ao redor, porém nenhum com tanta espessura e brilho quanto os de Saturno. Provavelmente eles são resultado de colisões entre satélites. E isso não é o que falta para Saturno. Já foram confirmados 21 satélites e podem existir mais.

Urano: O planeta foi o primeiro a ser descoberto. Em 1781, Herschel avistou Urano, um belo planeta que tem seu eixo inclinado em 98º, o que significa que o planeta segue em sua órbita de lado. Possui 5 satélites, entre eles Miranda, Umbriel e Ariel.

Netuno: O planeta foi descoberto graças a matemática. Ingleses descobriram que Urano estava sendo puxado por alguma força desconhecida. Foram ver e lá encontraram Netuno, esse planeta irmão de Urano, com apenas 3% a menos de tamanho do que o esse. Uma curiosidade sobre Netuno é que uma de suas luas, Tritão, é o objeto mais frio do Sistema Solar. Sua temperatura é de –235ºC, o chamado de zero absoluto.

Plutão: O pequeno planeta é tão diferente dos outros que há poucos anos, astrônomos pensaram em desclassificá-lo, ou seja, não chamar mais Plutão de planeta. Plutão é o menor planeta do sistema solar, tem uma lua (Caronte) com a metade do seu tamanho e distância mínima, tem uma órbita muito inclinada em relação às dos outros planetas, chegando a entrar dentro da órbita de Netuno em algumas épocas.