Flagelados ou Mastigóforos
Ilustração de protozoários flagelados parasitas.
Ilustração de protozoários flagelados parasitas.O sistema endócrino é formado pelo conjunto de glândulas endócrinas, as quais são responsáveis pela secreção de substância denominadas hormônios. As glândulas endócrinas (do grego endos, dentro, e krynos, secreção) são assim chamados por que lançam sua secreção (hormônios) diretamente no sangue, por onde eles atingem todas as células do corpo. Cada hormônio atua apenas sobre alguns tipos de células, denominadas células-alvo. As células alvo de determinado hormônio possuem, na membrana ou no citoplasma, proteínas denominadas receptores hormonais, capazes de se combinar especificamente com as moléculas do hormônio. É apenas quando a combinação correta ocorre que as células-alvo exibem as respostas características da ação hormonal. A espécie humana possui diversas glândulas endócrinas, algumas delas responsáveis pela produção de mais de um tipo de hormônio:
Hipotálamo Se localiza na base do encéfalo, sob uma região encefálica denominada tálamo. A função endócrina do hipotálamo está a cargo das células neurossecretoras, que são neurônios especializados na produção e na liberação de hormônios. A figura ao lado mostra o hipotálamo (acima) e a hipófise (abaixo).
Hipófise (ou glândula Pituitária)
A hipófise é dividida em três partes, denominadas lobos anterior, posterior e intermédio, esse último pouco desenvolvido no homem. O lobo anterior (maior) é designado adeno-hipófise e o lobo posterior, neuro-hipófise. Hormônios produzidos no lobo anterior da hipófise Samatotrofina (GH) - Hormônio do crescimento. Hormônio tireotrófico (TSH) - Estimula a glândula tireóide. Hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) - Age sobre o córtex das glândulas supra-renais. Hormônio folículo-estimulante (FSH) - Age sobre a maturação dos folículos ovarianos e dos espermatozoides. Hormônio luteinizante (LH) - Estimulante das células intersticiais do ovário e do testículo; provoca a ovulação e formação do corpo amarelo. Hormônio lactogênico (LTH) ou prolactina - Interfere no desenvolvimento das mamas, na mulher e na produção de leite. Os hormônios designados pelas siglas FSH e LH podem ser reunidos sob a designação geral de gonadotrofinas. Hormônios produzidos pelo lobo posterior da hipófise Ocitocina - Age particularmente na musculatura lisa da parede do útero, facilitando, assim, a expulsão do feto e da placenta. Hormônio antidiurético (ADH) ou vasopressina - Constitui-se em um mecanismo importante para a regulação do equilíbrio hídrico do organismo.
Tireóide Situada na porção anterior do pescoço, a tireóide consta dos lobos direito, esquerdo e piramidal. Os lobos direito e esquerdo são unidos na linha mediana por uma porção estreitada - o istmo. A tireóide é regulada pelo hormônio tireotrófico (TSH) da adeno-hipófise. Seus hormônios - tiroxina e triiodotironina - requerem iodo para sua elaboração. Paratireóides
Constituídas geralmente por quatro massas celulares, as paratireóides medem, em média, cerca de 6 mm de altura por 3 a 4 mm de largura e apresentam o aspecto de discos ovais achatados. Localizam-se junto à tireóide. Seu hormônio - o paratormônio - é necessário para o metabolismo do cálcio. Supra-Renais ou Adrenais
Em cada glândula supra-renal há duas partes distintas; o córtex e a medula. Cada parte tem função diferente. Os vários hormônios produzidos pelo córtex - as corticosteronas - controlam o metabolismo do sódio e do potássio e o aproveitamento dos açúcares, lipídios, sais e águas, entre outras funções. A medula produz adrenalina (epinefrina) e noradrenalina (norepinefrina). Esses hormônios são importantes na ativação dos mecanismos de defesa do organismo diante de condições de emergência, tais como emoções fortes, "stress", choque entre outros; preparam o organismo para a fuga ou luta.
Hormônios produzidos pelas Ilhotas de Langerhans (no Pâncreas) Insulina - Facilita a penetração da glicose, presente no sangue circulante, nas células, em particular nas do fígado, onde é convertida em glicogênio (reserva de glicose). Glucagon (glucagônio) - Responsável pelo desdobramento do glicogênio em glicose e pela elevação de taxa desse açúcar no sangue circulante. Ovários Na puberdade, a adeno-hipófise passa a produzir quantidades crescentes do hormônio folículo-estimulante (FSH). Sob a ação do FSH, os folículos imaturos do ovário continuam seu desenvolvimento, o mesmo acontecendo com os óvulos neles contidos. O folículo em desenvolvimento secreta hormônios denominados estrógenos, responsáveis pelo aparecimento das características sexuais secundárias femininas. Outro hormônio produzido pela adeno-hipófise - hormônio luteinizante (LH) - atua sobre o ovário, determinando o rompimento do folículo maduro, com a expulsão do óvulo (ovulação). O corpo amarelo (corpo lúteo) continua a produzir estrógenos e inicia a produção de outro hormônio - a progesterona - que atuará sobre o útero, preparando-o para receber o embrião caso tenha ocorrido a fecundação.
Testículos (Células de Leydig) Entre os túbulos seminíferos encontra-se um tecido intersticial, constituído principalmente pelas células de Leydig, onde se dá a formação dos hormônios andrógenos (hormônios sexuais masculinos), em especial a testosterona. Os hormônios andrógenos desenvolvem e mantém os caracteres sexuais masculinos.
Outras funções endócrinas Além das glândulas endócrinas, a mucosa gástrica (que reveste internamente o estômago) e a mucosa duodenal (que reveste internamente o duodeno), têm células com função endócrina. As células com função endócrina da mucosa gástrica produzem o hormônio gastrina; e as da mucosa duodenal produzem os hormônios secretina e colecistoquinina.
é constituído essencialmente pelo Sol e pelo conjunto de corpos que estão sob influência de seu campo gravitacional. Dentre estes, os oito planetas são os componentes mais massivos do sistema, divididos em planetas telúricos (os quatro menores e mais próximos do Sol, predominantemente rochosos) e gigantes gasosos (os quatro maiores e mais afastados do Sol).
A maior parte exerce força gravitacional suficiente para manter uma camada de gases ao seu redor, ou seja, possuem atmosfera, e também satélites naturais orbitando-os.
Enquanto a Terra e Marte apresentam somente um e dois satélites naturais respectivamente, os gigantes gasosos possuem dezenas cada um, nas mais variadas formas, composições e tamanhos. Existem ainda cinco corpos que, de acordo com os padrões da União Astronômica Internacional, se enquadram na categoria de planetas anões e que, na sua maioria, também exibem satélites naturais. Vários asteroides se fazem igualmente acompanhar por pequenas luas.21 Os quatro planetas gigantes possuem, ainda, sistemas de anéis planetários, formados essencialmente por partículas de gelo e poeira com dimensões máximas de alguns centímetros, que orbitam o planeta no plano de seu equador.22 Espalhados por toda extensão do Sistema Solar existem milhares de corpos menores, como asteroides e cometas, além da poeira interplanetária e de matéria proveniente do Sol que permeiam o espaço entre os corpos
Conhecido como 'Rex', o primeiro homem biônico do mundo está em exposição no Museu do Ar e do Espaço, em Washington (Estados Unidos). Desde o dia 18 de outubro é possível ver o humanoide, que custou um milhão de dólares, tem dois metros de altura e foi construído a partir de partes do corpo e órgãos sintéticos. Ele tem até um sistema circulatório em funcionamento, que conta com sangue artificial. A exposição vai até o dia 11 de dezembro.
O termo risco é usado para definir a chance de uma pessoa sadia, exposta a determinados fatores, ambientais ou hereditários, adquirir uma doença. Os fatores associados ao aumento do risco de se desenvolver uma doença são chamados fatores de risco. Em contrapartida, há fatores que dão ao organismo a capacidade de se proteger contra determinada doença, daí serem chamados fatores de proteção.
Dois pontos devem ser enfatizados em relação aos fatores de risco: primeiro, que o mesmo fator pode ser de risco para várias doenças (por exemplo, o tabagismo, que é fator de risco para diversos cânceres e doenças cardiovasculares e respiratórias); segundo, que vários fatores de risco podem estar envolvidos na origem (gênese) de uma mesma doença (agentes causais múltiplos). O estudo dos fatores de risco, isolados ou combinados, tem permitido estabelecer relações de causa-efeito entre eles e determinados tipos de câncer.
A multicausalidade é frequente na formação do câncer (carcinogênese). Pode ser exemplificada pela associação entre álcool, tabaco e residência na zona rural e o câncer de esôfago, e entre álcool, tabaco, chimarrão, churrasco e o cozimento de alimentos em fogão a lenha e o câncer da cavidade bucal. A interação entre os fatores de risco e os de proteção a que as pessoas estão submetidas pode resultar, ou não, na redução da probabilidade delas adoecerem. Nestas associações, os fatores de proteção determinados foram, respectivamente, o consumo de frutas cítricas e vegetais ricos em caroteno.
Nem sempre a relação entre a exposição a um ou mais fatores de risco e o desenvolvimento de uma doença é reconhecível facilmente, especialmente quando se presume que a relação se dê com comportamentos sociais comuns (o tipo de alimentação, por exemplo). Nas doenças crônicas, as primeiras manifestações podem surgir após muitos anos de exposição única (radiações ionizantes, por exemplo) ou contínua (radiação solar ou tabagismo, por exemplo) aos fatores de risco. Por isso, é importante considerar o conceito de período de latência, isto é, o tempo decorrido entre a exposição ao fator de risco e o surgimento da doença.
Os fatores de risco podem ser encontrados no ambiente físico, ser herdados ou representar hábitos ou costumes próprios de um determinado ambiente social e cultural.
A teoria da evolução de Lamarck Jean-Baptiste Lamarck ( 1744-1829 ), naturalista francês, foi o primeiro cientista a propor uma teoria sistemática da evolução. Sua teoria foi publicada em 1809, em um livro denominado Filosofia zoológica. Segundo Lamarck, o principio evolutivo estaria baseado em duas Leis fundamentais: Lei do uso ou desuso: o uso de determinadas partes do corpo do organismo faz com que estas se desenvolvam, e o desuso faz com que se atrofiem. Lei da transmissão dos caracteres adquiridos : alterações provocadas em determinadas características do organismo, pelo uso e desuso, são transmitidas aos descendentes. Lamarck utilizou vários exemplos para explicar sua teoria. Segundo ele, as aves aquáticas tornaram-se pernaltas devido ao esforço que faziam no sentido de esticar as pernas para evitarem molhar as penas durante a locomoção na água. A cada geração, esse esforço produzia aves com pernas mais altas, que transmitiam essa característica à geração seguinte. Após várias gerações, teriam sido originadas as atuais aves pernaltas. A teoria de Lamarck não é aceita atualmente, pois suas ideias apresentam um erro básico: as características adquiridas não são hereditárias. Verificou-se que as alterações em células somáticas dos indivíduos não alteram as informações genéticas contida nas células germinativas, não sendo, dessa forma, hereditárias. A teoria da evolução de Darwin Charles Darwin (1809-1882), naturalista inglês, desenvolveu uma teoria evolutiva que é a base da moderna teoria sintética: a teoria da seleção natural. Segundo Darwin, os organismos mais bem adaptados ao meio têm maiores chances de sobrevivência do que os menos adaptados, deixando um número maior de descendentes. Os organismos mais bem adaptados são, portanto, selecionados para aquele ambiente. Os princípios básicos das ideias de Darwin podem ser resumidos no seguinte modo: • Os indivíduos de uma mesma espécie apresentam variações em todos os caracteres, não sendo, portanto, idênticos entre si. • Todo organismo tem grande capacidade de reprodução, produzindo muitos descendentes. Entretanto, apenas alguns dos descendentes chegam à idade adulta. • O número de indivíduos de uma espécie é mantido mais ou menos constante ao longo das gerações. • Assim, há grande "luta" pela vida entre os descendentes, pois apesar de nascerem muitos indivíduos poucos atingem a maturalidade, o que mantém constante o número de indivíduos na espécie. • Na "luta" pela vida, organismos com variações favoráveis ás condições do ambiente onde vivem têm maiores chances de sobreviver, quando comparados aos organismos com variações menos favoráveis. • Os organismos com essas variações vantajosas têm maiores chances de deixar descendentes. Como há transmissão de caracteres de pais para filhos, estes apresentam essas variações vantajosas. • Assim , ao longo das gerações, a atuação da seleção natural sobre os indivíduos mantém ou melhora o grau de adaptação destes ao meio.
É a inflamação das glândulas salivares, causada por vírus. As glândulas parótidas são as maiores e as mais antigas, razão pela qual a caxumba também é conhecida por parotidite (inflamação das parótidas). As glândulas salivares sublinguais e as submandibulares são bem menores, mas também podem ser afetadas.O doente deve ficar em repouso, evitando, assim,, complicações da doença, pois o vírus da caxumba pode afetar outras glândulas como os testículos, o pâncreas e os ovários.A transmissão se faz pela saliva e por objetos contaminados pelo doente: copos e talheres, por exemplo. Além dos cuidados usuais de higiene, é recomendável a vacina, para prevenção da doença.
Para manter a rotina de consumo nas cidades, ecossistemas naturais são destruídos para ceder espaços à agricultura e pastagens para o gado. O desmatamento, além de contribuir para o aumento do aquecimento global, também está diretamente relacionado a quedas bruscas na biodiversidade do planeta. Muito se afirma que apesar de tem existido períodos de desequilíbrios ecológicos e extinção de espécies ao longo da história da Terra, nenhum deles ocorreu de forma tão rápida e intensa quanto agora. Nós, seres humanos, fazemos parte da natureza assim como os outros organismos; no entanto, nem sempre contribuímos para seu equilíbrio.
Uma bactéria que se divide a cada quinze minutos dará origem em duas horas a 256 bactérias iguais. Isso significa que, em seis horas poderá formar mais de 15 milhões de clones !

As substâncias tóxicas contidas no cigarro destroem os macrófagos e as células do tecido pseudociliado da traqueia, que são substituídas por outro tipo celular.
Os pulmões do fumante ficam mais vulneráveis a infecções e o sistema respiratório passa a produzir muco para protege-los; ocorre uma inflamação crônica das paredes dos brônquios, como reação ao contato constante com as substâncias contidas no cigarro, causando a bronquite crônica. O excesso de muco pode causar tosse e dificuldade de respirar. É comum em pessoas que fumam há muitos anos o rompimento de alvéolos pulmonares, causando diminuição da capacidade respiratória e caracterizando o enfisema pulmonar. E além disso, várias substâncias contidas nos cigarros são cancerígenas e podem alterar o ritmo de divisão das células, originando tumores.
Seleção Natural x Seleção Artificial
Nós iremos distinguir 3 tipos de seleção natural de acordo com seu efeito sobre uma característica como a tamanho do corpo. O primeiro é aquele em que os menores indivíduos têm maior preparo/capacidade. A seleção natural é então direcional: ela favorece os menores indivíduos e irá, se a característica for hereditária, produzir um decréscimo na média de tamanho. A seleção direcional pode, é claro, também produzir um aumento evolucionário no tamanho se os indivíduos maiores tiverem maior preparo/capacidade.
Por exemplo, o salmão rosa tem tido seu tamanho diminuído recentemente, devido à pesca com técnicas que capturam os maiores exemplares e permitem a fuga dos menores. Ora, isso irá levar, em algum tempo, a uma diminuição na média de tamanho entre os membros dessa população, pois os indivíduos menores passarão a ter uma maior chance de sobreviver e um maior preparo/capacidade.
Um segundo tipo de seleção natural é a estabilizadora. Os membros de uma população com um tamanho médio têm maior preparo/capacidade que os extremos (pequenos e grandes). A seleção natural irá, por essa razão, atuar contra a mudança no tamanho e manterá a população constante ao longo do tempo. Um exemplo bem conhecido é do tamanho médio dos bebês humanos. Até pouco tempo atrás a probabilidade de sobrevivência dos recém-nascidos, levando em consideração o tamanho, era maior para aqueles que nasciam dentro de uma média e menor para aqueles que nasciam ou abaixo ou acima dessa média. Hoje, isso tem mudado devido aos cuidados com os bebês prematuros (pequenos) e também devido aos partos cesarianos para aqueles bebês muito grandes.
O terceiro tipo favorece mais os extremos que os intermediários e é chamada de disruptiva. Na natureza, o dimorfismo sexual é provavelmente o exemplo mais comum. O experimento feito com moscas-das-frutas de Thoday e Gibson será utilizado como ilustração: Eles pegaram uma população de moscas e consideraram a característica hereditária “número de cerdas”. Colocaram as moscas com alto ou baixo número de cerdas para reproduzir e impediram que as moscas com um número intermediário reproduzissem. Após um tempo (12 gerações) observaram uma grande divergência: a maior parte da população era formada por indivíduos com grande número de cerdas ou com pequeno número de cerdas. A seleção disruptiva é de particular interesse teórico pois ela pode aumentar a diversidade genética numa população e promover a especiação.
Um última possibilidade teórica seria a ausência de relação entre o fitness e a característica em questão. Nesse caso, a seleção natural não atuaria na população
Seleção artificial é o processo conduzido pelo ser humano de cruzamentos seletivos com o objetivo de selecionar características desejáveis em animais, plantas e outros seres vivos. Estas características podem ser, por exemplo, um aumento da produção de carne, leite, lã, seda ou frutas. Para esse fim foram, e são, produzidas diversas raças domésticas, como cães, gatos, pombos, bovinos, peixes e plantas ornamentais. É uma seleção em que a luta pela vida, ou seleção natural, foi substituída pela escolha humana dos indivíduos que melhor atendem aos seus objetivos.
O processo de seleção artificial ajudou na criação de um modelo que pudesse explicar a variação natural dos seres vivos, a seleção natural.
A paralisia cerebral é uma lesão no cérebro (e por isso que o termo "cerebral" é usado), resultando na diminuição do controle muscular (paralisia). A condição geralmente ocorre durante o desenvolvimento fetal, mas também pode ocorrer durante a gravidez ou após o nascimento. Características comuns de paralisia cerebral incluem aperto ou espasmo muscular, movimentos involuntários, e prejudicou discurso. Casos graves podem levar á paralisia.
Muitas pessoas com paralisia cerebral são capazes de usar computadores, mas geralmente encontram dificuldade para usar um mouse. Os movimentos dos braços muitas vezes são demasiadamente irregulares e imprevisíveis para usar um mouse de maneira eficaz. Normalmente estas pessoas podem fazer uso de teclado, ou um teclado adaptado, embora mais lentamente do que indivíduos sem paralisia cerebral. Muitas vezes eles vão usar teclados com levantada em áreas entre as chaves, de forma a permitir-lhes dar a sua mão sobre a matéria suscitada e, em seguida, pressione para baixo os seus dedos sobre a tecla de que pretendem tipo. Regular teclados podem ser adaptados para este mesmo fim através da utilização de teclado superposições. Isto reduz a probabilidade de erros enquanto digita.
Distrofia muscular (DM) é uma doença genética em que os genes das proteínas musculares estão danificados. É caracterizada pela degeneração progressiva dos músculos. A Distrofia muscular pode afetar pessoas em qualquer idade, mas é mais comum em crianças. Indivíduos com leve DM podem viver uma vida normal, enquanto que os indivíduos com casos mais graves podem morrer durante a adolescência ou início dos 20 anos. A tecnologia de assistência utilizada pelos indivíduos com DM dependerá da gravidade da condição, mas geralmente incluem as mesmas tecnologias Já mencionadas (varinhas de cabeça, bastonetes para a boca, adaptações de teclado, software de reconhecimento de voz e etc.).
Em indivíduos com esclerose mútipla (EM), a mielina (uma camada de tecido adiposo que rodeia fibras nervosas) corrói, tornando as fibras nervosas incapazes de enviar sinais a partir do sistema nervoso central para os músculos do corpo. Os casos mais leves de EM pode resultar em um ou mais dos seguintes sintomas: tremores, fraqueza, dormência, caminhar instável, espasticidade, rigidez muscular, ou comprometimento da memória. Casos graves podem resultar em paralisia parcial ou completa. Nem todas as pessoas com esclerose mútipla têm experiências com todos os sintomas e, curiosamente, o mesmo indivíduo pode experimentar diferentes conjuntos de sintomas em momentos diferentes. Os tipos de tecnologias utilizadas são as mesmas que para as outras Deficiências motoras.
A espinha bífida é uma condição congênita em que a espinha não conseguir fechar adequadamente durante o primeiro mês de gravidez. Isso faz com que a membrana ao redor da coluna vertebral saia por traz, resultando em uma protuberância visível, ou um saco nas costas do indivíduo. Nos casos mais graves, a coluna vertebral em si projetasse através desta abertura. Indivíduos que nascem com espinha bífida, provavelmente podem passar por experiências de dificuldades motoras e, possivelmente, a paralisia. Em alguns casos, o fluido pode acumular-se no cérebro, podendo também causar danos ao cérebro. Como resultado alguns indivíduos enfrentam dificuldades de aprendizagem e linguística.
Também conhecida como "doença de Lou Gehrig", esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença degenerativa que impede os neurônios de enviar impulsos para os músculos. Os músculos enfraquecem ao longo do tempo, e podem, eventualmente, afetar a condição dos músculos necessários para a respiração, resultando em morte. Os sintomas incluem lentidão e dificuldade de locomoção e movimentos, falar e comer. A grande maioria dos casos de ELA são devido a causas desconhecidas. Cerca de 5-10% dos casos estão relacionadas a razões genéticas. (Veja http://www.neurologychannel.com/als/ - link externo para mais informações.)
Artrite ocorre mais frequentemente em pessoas idosas, mas pode ocorrer em pessoas mais jovens também. Muitas pessoas com artrite são capazes de usar um teclado e mouse, mas eles nem sempre possuem o controle motor suficiente para clicar em links pequenas com precisão, por exemplo. Muitas vezes, as pessoas com artrite não utilizar as tecnologias assistenciais em todas, mas algumas com artrite mais avançada podem utilizar um mouse trackball, softwares de reconhecimento de voz, ou pedais para os pés. As dores nas articulações podem causar fadiga, limitando a quantidade de tempo que a pessoa cai estar disposta a gastar em um computador realizando manobra com um mouse ou digitando num teclado.
Doença de Parkinson (DP) é uma desordem do sistema nervoso central, que provoca tremores incontroláveis e/ou rigidez nos músculos. Indivíduos com casos avançados da doença de Parkinson podem não ser capaz de usar um mouse de maneira eficaz e alguns são incapazes de usar um teclado. As vezes a voz também pode ser afetada, de modo que um software de reconhecimento de voz não é uma boa opção, embora a maior parte das pessoas com DP possui voz facilmente compreendida. A Doença de Parkinson é mais provável de ocorrer mais tarde na vida, mas pode afetar indivíduos jovens também.
Tal como Doença de Parkinson, tremor essencial (TE) é uma desordem nervosa que pode resultar em incontroláveis tremores. Tremor essencial afeta mais frequentemente a parte superior do corpo, tais como as mãos, braços, cabeça e laringe (o que torna a voz mais difícil de ser entendida).
2:Uma equipe de pesquisadores de vários países desenvolveu um tomate transgênico que contém três vezes mais betacaroteno que o fruto comum. O betacaroteno é uma substância que o corpo transforma em determinada vitamina. A falta dessa vitamina está associada a problemas do coração, da visão e de alguns tipos de câncer. Segundo a UNICEF, até 2 milhões de crianças com menos de quatro anos deixariam de morrer anualmente se ingerissem mais a referida vitamina. Adaptado de "O GLOBO". Rio, 29 de maio 2000. O texto refere-se à vitamina a) A. b) B6. c) C. d) D. e) B1. resposta:A 3:Um pesquisador determinou as variações nas concentrações de ADN ao longo do tempo, em células do ovário e do epitélio intestinal de um animal. As variações na quantidade de ADN em cada célula nos dois casos estão registradas nas figuras 1 e 2. Qual das figuras (1 ou 2) corresponde às células do ovário e qual corresponde ao epitélio intestinal. Justifique.
resposta:A figura 1 corresponde ao epitélio intestinal, pois a quantidade de ADN inicialmente é duplicada e volta ao valor inicial, caracterizando uma divisão celular por mitose. A figura 2 corresponde às células do ovário, pois a quantidade final de ADN é igual à metade da quantidade inicial, indicando a ocorrência da divisão celular por meiose.
4:O esquema a seguir ilustra o processo de segmentação e clivagem em Fonte: AMABIS e MARTHO. "Curso Básico de Biologia". 1985.<> a) mamíferos. b) anfíbios. c) anfioxo. d) aves. e) répteis. resposta:B 5:São tecidos originados do mesoderma: a) cartilaginoso, epidérmico, muscular e nervoso. b) sangüíneo, ósseo, cartilaginoso e muscular. c) nervoso, muscular, epidérmico e sangüíneo. d) muscular, ósseo, cartilaginoso e epidérmico. e) epidérmico, nervoso, sangüíneo e ósseo. resposta:B



